No relatório de janeiro de 2026 do TEPP11, o Top Center foi integrado ao portfólio, elevando o número de ativos para 6 e a ABL total para 52.514 m², com vacância física subindo para 5,69% e financeira para 2,30%, ante 0% física no relatório anterior de dezembro de 2025. Essa mudança decorre da vacância de 18,2% física no Top Center e da renovação do contrato da AT&T no Edifício Torre Sul, que reduziu a área ocupada para 542 m², criando vacância pontual de 5,5% nesse ativo.
No Edifício Fujitsu, houve locação de mais um andar de 691 m² para novo inquilino, simultânea a rescisão parcial da Fujitsu, mantendo vacância zero física no ativo. A gestão iniciou tratativas para absorver áreas vagas no Top Center e Torre Sul, com proposta recebida para o primeiro andar do Top Center, aderente à premissa original de absorção de um andar a cada oito meses.
Foram definidas prioridades para 2026 em todos os ativos, como reformas em subsolos e elevadores no Torre Sul, novo depósito de lixo e catraca com reconhecimento facial no Passarelli, modernização de elevadores e projeto para espaço de eventos no Fujitsu, retrofit completo no Brigadeiro Faria Lima com verba para projetista e LEED, conclusão de contratação de consultor para Fase 2 de recuperação estrutural no GPA, e no Top Center ajustes para quadro BOMA, segregação de operações condominiais visando redução de 35% na cota da torre comercial.
O número de cotistas cresceu para 33.979, alta de 4.101 ante dezembro, com volume diário médio negociado de R$ 3,37 milhões nos últimos 30 dias. A cota fechou em R$ 8,74, P/VP em 0,91 e DY mensal de 0,86% com R$ 0,075 por cota, anualizado em 10,80%. O TEPP11 rendeu 1,42% em janeiro, ante 2,17% do IFIX. O fundo entrou nas carteiras recomendadas do Santander e BTG, além de manter na XP.
Projeções de caixa indicam capacidade para compromissos até setembro de 2027, sem novas emissões ou vendas, com fluxo incluindo venda do Ed. São Luiz em fevereiro de 2026 por R$ 59,9 milhões.