No relatório de julho de 2026 do TEPP11, o fundo distribuiu R$ 0,125 por cota, equivalente a um dividend yield de 1,57% no mês ou 20,53% anualizado, com a cota avaliada em R$ 7,97. Em comparação com junho, quando o rendimento foi de R$ 0,131 e o yield de 1,62%, houve redução no valor distribuído e na cotação, que fechou em R$ 8,08 no mês anterior.
A gestão realizou duas aquisições de frações adicionais: no Ed. Torre Sul, os conjuntos 171 e 172 por R$ 10,767 milhões, elevando a participação do fundo de 49,5% para 55%, com cap rate estimado de 9,7%; no Ed. Passarelli, os conjuntos 43, 44, 45, 61, 62 e 66 por R$ 13,441 milhões, aumentando a participação de 54% para 61,6%, com cap rate de 9,1%. Essas operações não constavam no relatório de junho.
As tratativas para a venda do Ed. Passarelli prosseguem, com previsão de assinatura do compromisso em agosto e conclusão entre setembro e outubro, mantendo a mesma expectativa indicada no mês anterior. Em relação às locações, foram formalizados reajustes expressivos: 92% em um contrato do Ed. Top Center, 24% em um do Ed. Passarelli e 44% em um do Ed. BFL, superando os valores negociados em junho.
No Ed. Fujitsu, iniciaram-se as amortizações do CRI e a gestão planeja intervenções como remoção de gradil, expansão de entrada, retrofit de área social e implementação de café. No Ed. Top Center, avançam os quadros NBR/BOMA e a estrutura de subcondomínio. No Ed. BFL, foi aprovado o projeto legal de retrofit. No Ed. Torre Sul, há estudos para operação do heliponto e retrofit do subsolo. O Ed. GPA e o Ed. Passarelli não registraram atualizações operacionais relevantes além da venda em andamento.
A vacância financeira do portfólio subiu para 2,67% em julho, ante 1,27% em junho, enquanto a física permaneceu em 5,69%. A receita por ativo e os índices de reajuste (78,1% IPCA e 21,9% IGPM) mantiveram-se estáveis em relação ao mês anterior. O passivo financeiro com CRI Fujitsu e CRI GPA segue sem alterações nos termos contratuais.
O número de cotistas caiu de 45.240 em junho para 44.743 em julho, e o valor de mercado das cotas reduziu de R$ 400,9 milhões para R$ 395,4 milhões. A alavancagem financeira e o cronograma de amortizações das dívidas apresentaram evolução consistente com o período anterior.