No relatório gerencial de fevereiro de 2026 do SNFZ11, a distribuição por cota permaneceu em R$ 0,10, igual ao mês anterior, resultando em dividend yield anualizado de 12,97%, ante 13,17% em janeiro. O lucro acumulado por cota caiu ligeiramente para R$ 0,010, de R$ 0,011.
O número de cotistas atingiu recorde de 10.790, crescimento de 21% em relação aos 8.900 de janeiro, renovando o máximo histórico pelo segundo mês consecutivo.
A cota de fechamento subiu para R$ 9,79, de R$ 9,65 em janeiro, enquanto a cota patrimonial recuou para R$ 9,86, de R$ 9,97, elevando o P/VP para 0,98 ante 0,97. O patrimônio líquido foi de R$ 119,20 milhões, queda de R$ 120,50 milhões, e o valor de mercado aumentou para R$ 118,36 milhões, de R$ 116,67 milhões.
Na receita distribuível, os juros e correção de CRAs cresceram para R$ 1,20 milhão, de R$ 1,17 milhão em janeiro, mas o arrendamento caiu para R$ 117 mil, de R$ 134 mil. As despesas subiram para R$ 124 mil, de R$ 107 mil. O yield médio dos CRAs (all in) recuou para 17,41%, ante 18,88% no relatório anterior.
A composição da carteira manteve-se estável, com 3 fazendas (Coliseu, Triângulo da Gaúcha e Xavante) representando 75,6% do PL em R$ 90,12 milhões, e 3 CRAs da Jequitibá Agro e Pulverizado somando R$ 80,89 milhões (67,8% do PL), sem novas compras ou vendas.
Na carta do gestor, destaque para a colheita da Fazenda Xavante concluída com produtividade de 55 sacas/ha, abaixo do ciclo anterior devido a clima adverso, ativando o piso contratual de 15 sacas/ha sem reajuste adicional; Coliseu e Triângulo avançam na colheita, com laudos pendentes. No Mato Grosso, colheita superou 99% da área, com produtividade média de 65,87 sacas/ha. Preços da soja locais caíram para cerca de R$ 100/saca em Sorriso-MT, com descolamento ante alta de 7% em Chicago.
O cenário macroeconômico manteve projeções semelhantes ao anterior, com Selic terminal em 12,5% a.a. em 2026 e PIB de 1,8%, sem alterações significativas na estratégia de investimento.