SNFF11

SUNO FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE

Relatório Gerencial

Inativo

Referência

27/02/2026

Entrega

24/03/2026 18:44

Resumo

No relatório gerencial de fevereiro 2026 do SNFF11, a distribuição mantida foi de R$ 0,72 por cota, referente ao resultado de janeiro, com rendimento de 0,98% sobre a cota de fechamento em 13 de março de 2026, ligeiramente acima dos 0,93% de janeiro. O número de cotistas caiu para 26.535, de 26.652 no mês anterior, enquanto o patrimônio líquido subiu para R$ 352,5 milhões, de R$ 350,36 milhões, e a cota patrimonial avançou para R$ 87,69, de R$ 87,14.

No mercado secundário, a cota do SNFF11 registrou queda de 2,74%, fechando em R$ 74,79, com retorno total de -1,81% incluindo a distribuição, e volume médio diário de R$ 652 mil, similar aos R$ 648 mil de janeiro; o P/VP passou para 0,85, de 0,88. O IFIX subiu 1,32% no período, impulsionado por fechamento de 14 basis points na curva real de juros da NTN-B 2035, que foi para 7,34%.

O desempenho patrimonial do SNFF11 foi de +1,46%, superando o IFIX em +1,32%, com alpha acumulado desde maio de 2021 em 8,95%, ante 8,61% em janeiro, e retorno total desde início em 45,68% versus 36,73% do IFIX. A cota potencial estimada recuou para R$ 98,29, de R$ 100,10, ampliando o desconto implícito para 17,2% sobre a patrimonial e upside de 31,4% sobre a de mercado.

O resultado contábil de fevereiro gerou R$ 0,68 por cota, com provisionamento de R$ 0,72 distribuído em 25 de março de 2026 e reserva acumulada em R$ 0,10 por cota, menor que os R$ 0,84 de resultado, R$ 0,72 provisionado e R$ 0,14 de reserva em janeiro. Receitas de FIIs somaram R$ 3,035 milhões, estáveis ante R$ 3,072 milhões, mas houve prejuízo de R$ 271 mil em ganho de capital, invertendo o ganho de R$ 239 mil anterior, com renda fixa em R$ 182 mil, de R$ 197 mil, e ações em R$ 2 mil.

Em movimentações, o gestor vendeu R$ 1,5 milhão em FIIs líquidos para gerar caixa, volume bem menor que os R$ 10 milhões de janeiro, e comprou R$ 0,5 milhão em CXCO11, seguindo o racional de dezembro, elevando o portfólio para 71 FIIs, de 68. A composição por categoria ajustou-se, com industrial e logístico em 25% (de 26,84%), híbrido para 21% (de 17,11%), papel em 17% (de 18,04%) e desenvolvimento para 3% (de 5,12%); caixa em 8,31% (de 8,53%), com RELG11 como top em 9,57% (de 9,74%).

A fusão com o SNME11 segue prevista para o primeiro semestre de 2026, com estruturação em 2025, e toda reserva será distribuída antes do evento. O cenário macro manteve projeções como Selic em 12,5% fim de 2026 e PIB de 1,8%, sem alterações significativas ante janeiro.