O SNEL11 comunicou ao mercado que tem interesse em realizar a recompra de cotas de sua própria emissão e, para isso, deverá convocar em até 120 dias uma Assembleia Geral Extraordinária de Cotistas para deliberar sobre a autorização da operação, nos termos e condições a serem propostos pela gestora. O objetivo informado é possibilitar uma alocação mais eficiente da liquidez do SNEL11 e um potencial acréscimo de valor patrimonial para os cotistas.
A gestora do SNEL11 também divulgou uma estimativa de distribuição de rendimentos de valor não inferior a R$0,10 por cota referente a cada um dos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2026. A própria gestora ressalva que esses valores são apenas uma projeção feita com base em premissas atuais, não configurando promessa ou garantia, pois a distribuição efetiva vai depender dos resultados apurados pelo SNEL11 em cada período e da obrigação de distribuir no mínimo 95% dos lucros.
Por fim, foi apresentada uma atualização do pipeline de aquisição de ativos previsto no prospecto da 5ª emissão de cotas do SNEL11, encerrada em 4 de setembro de 2026. O pipeline mapeado atualmente é composto por 64 projetos de geração distribuída fotovoltaica em 14 estados, totalizando 230 MWp de capacidade instalada, com Taxa Interna de Retorno real média projetada de 17,44% ao ano, sendo que 100% são projetos já construídos e conectados à rede ou que só terão o pagamento liberado após estarem operacionais. Em caráter exclusivamente ilustrativo, caso todo esse pipeline fosse adquirido, a carteira do SNEL11 passaria de 149,42 MWp para 379,46 MWp, de 35 para 99 projetos e de 11 para 16 estados, com a geração anual estimada subindo de 248.805 MWh para cerca de 676.224 MWh, mas a gestora destaca que se trata de mapeamento não vinculante, sujeito a diligências, negociações, autorizações e que pode ser alterado ou descartado.