SNEL11

SUNO ENERGIAS LIMPAS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO IS RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/03/2026

Entrega

13/05/2026 18:38

Resumo

No relatório gerencial de março de 2026 do SNEL11, dois projetos anunciados em fato relevante de janeiro concluíram o closing e foram integrados ao portfólio: Matozinhos 1 e 2, com 6,65 MWp na CEMIG-MG, 100% locados em take-or-pay com Enercooper e Performa até 2033 e 2038, NOI yield projetado de 15,7%; e Sete Lagoas, com 2,57 MWp na CEMIG-MG, ainda vago mas com RMG de 13 meses, NOI yield de 16,1%.

A UFV Soleil avançou no ramp-up, atingindo ocupação de 125% em março contra 103% em fevereiro, com injeção e compensação estáveis, projetando estabilização acima de 100% ao fim da RMG, contribuindo mais para o caixa.

A ANEEL homologou reajuste tarifário anual para a Light, que representa 17% do portfólio do SNEL11, com alta média de 8,59%, incluindo +6,92% para baixa tensão e -0,55% na TUSD G subgrupo A4, melhorando viabilidade das UFVs.

Geração consolidada do portfólio subiu para 10.291 MWh em março, contra cerca de 7.884 MWh em fevereiro, recorde histórico, com novos ativos incluídos; capacidade instalada total das UFVs alcançou 87,85 MWp, ante 78,73 MWp no mês anterior.

Receitas totais cresceram para R$ 12,07 milhões em março, ante R$ 11,36 milhões em fevereiro, impulsionadas por locação de UFVs em R$ 11,38 milhões (era R$ 10,73 milhões); resultado do exercício foi R$ 10,90 milhões (era R$ 10,37 milhões), com distribuição mantida em R$ 0,10 por cota e DY anualizado em 14,97% (era 14,94%).

Número de cotistas saltou para 86.899, ganho de 12.483 em relação aos 74.416 de fevereiro; patrimônio líquido caiu levemente para R$ 899 milhões (era R$ 905 milhões), cota patrimonial para R$ 8,13 (era R$ 8,18) e fechamento para R$ 8,55 (era R$ 8,57), com P/VP estável em 1,05.

Composição da carteira ajustou com os novos ativos: exposição UFVs em 46% (era 45%), CEMIG-MG para 36,6% (era 29,3%), ativos em aquisição reduzidos para R$ 217 milhões (era R$ 254 milhões); status do portfólio melhorou, com gerando caixa em 42,7% (era 39,3%) e ramp-up em 22,3% (era 24,9%).

Lucro acumulado por cota recuou para R$ 0,001 (era R$ 0,002), continuando tendência de uso de reservas para sustentar distribuições durante ramp-ups; guidance para próximos três meses mantém faixa de R$ 0,10 a R$ 0,11 por cota.

A UFV Liberdade segue aguardando conexão na Equatorial Goiás, com análise de judicialização para indenização por atraso, sem impacto nas projeções.