O SNEL11 incorporou em maio de 2026 três novos ativos operacionais, UFV Várzea, Canoa Quebrada e Poconé, somando 15,6 MWp de capacidade instalada e elevando o portfólio para 25 projetos e 103,5 MWp totais já integralizados. Em abril o fundo operava com 22 projetos e 87,8 MWp. Os três ativos concluíram o closing após superarem as condições precedentes, com dois deles ainda sem locatário mas protegidos por RMG de seis meses.
A ANEEL homologou em 26 de maio o reajuste tarifário da Cemig-D, com vigência a partir de 28 de maio, elevando a tarifa completa em 5,2% líquido, acima do IPCA de 4,39% no período. Minas Gerais representa 31% do portfólio do fundo, o que gera impacto positivo direto na geração de caixa dos projetos localizados naquela área de concessão. Reajustes em outras praças já haviam sido comunicados no relatório de abril, com média ponderada de 7,4%.
A distribuição se manteve em R$ 0,10 por cota, resultando em dividend yield anualizado de 15,07% sobre o preço de mercado, contra 14,96% registrado em abril. O número de cotistas subiu para 99.294, ante 94.207 no mês anterior, enquanto o volume médio diário negociado aumentou para R$ 4,66 milhões, de R$ 3,92 milhões anteriores.
O caixa e equivalentes recuou para R$ 37,7 milhões, ou 4,15% dos ativos, contra R$ 57,9 milhões em abril. O patrimônio líquido ficou em R$ 883,6 milhões, ligeiramente abaixo dos R$ 889,9 milhões do mês anterior. A geração total do portfólio atingiu 9.035 MWh, queda de 12,5% em relação a abril.
Ativos em aquisição passaram de 15 para 12 no comparativo mensal, com capacidade adicional de 45,8 MWp ainda pendente de integração. O vencimento médio ponderado dos contratos de locação permanece em maio de 2037.