O relatório de gestão de junho de 2026 do SNEL11 destaca o lançamento da quinta emissão de cotas do fundo, que busca captar até R$ 1,8 bilhão, podendo chegar a R$ 2,3 bilhões com o lote adicional, ao preço de R$ 8,65 por cota. No mês, o fundo distribuiu R$ 0,10 por cota, o que representa um dividend yield anualizado de 15,4% com base no preço de mercado. O SNEL11 superou a marca de 110 mil cotistas e registrou a maior liquidez diária média da sua história, acima de R$ 7 milhões, com valor patrimonial líquido de R$ 888,6 milhões e valor de mercado de R$ 922,9 milhões.
O documento também informa avanços operacionais, como a contratação de empresa especializada para serviços de operação e manutenção de seis usinas, resultando em redução de 22,52% nos custos dessas plantas. Houve ajuste tarifário de cerca de 19,6% pela Copel, que impacta 4,5% da capacidade instalada do portfólio. A geração total no mês foi de 11.057 MWh, com capacidade instalada de 103,5 MWp em 25 projetos operacionais, além de ativos em aquisição que elevam o total para 149,4 MWp. O resultado líquido do período foi de R$ 6,36 milhões, com receitas de locação de R$ 7,13 milhões e despesas de R$ 1,20 milhão.
O SNEL11 mantém foco em usinas solares de geração distribuída com contratos de longo prazo, majoritariamente do tipo offset, com vencimento médio ponderado em maio de 2037. A taxa de administração é de 1,08% ao ano, a de performance de 20% acima de IPCA mais 7%, e o fundo negocia com prêmio de 4% sobre o valor patrimonial, apresentando retorno acumulado de 80,25% desde a listagem, superior aos benchmarks comparados.