No relatório gerencial de fevereiro de 2026 do SNCI11, a distribuição permaneceu em R$ 1,00 por cota, com guidance mantido entre R$ 1,00 e R$ 1,10 para o primeiro trimestre, após resultado acumulado por cota cair para R$ 0,11 ante R$ 0,20 em janeiro. O lucro do período foi de R$ 3,81 milhões, com receitas distribuíveis de R$ 4,53 milhões, abaixo dos R$ 3,95 milhões e R$ 4,72 milhões do mês anterior.
A rentabilidade ajustada foi de 1,10%, com cota de fechamento em R$ 88,99 e patrimonial de 0,44%, enquanto P/VP se manteve em 0,90 e patrimônio líquido em R$ 413,26 milhões, ligeira redução dos R$ 414,65 milhões de janeiro. Número de cotistas caiu para 35.968 ante 36.122, e liquidez média diária retraiu para R$ 795 mil dos R$ 1.173 mil anteriores.
Na gestão ativa, houve compras de R$ 3,4 milhões, apenas em CRI LocPay Sênior (R$ 0,76 milhão) e CRI Bit Série 4 (R$ 2,53 milhões), sem vendas, mas quitações acima de R$ 20 milhões em operações compromissadas, reduzindo alavancagem líquida para 8,09% do PL (R$ 33,45 milhões) ante 9,59% em janeiro, com caixa em 3,80% do PL (R$ 15,70 milhões). Yield médio dos ativos subiu para 16,70% all-in, LTV médio ponderado em 66,15%, duração em 1,71 anos e 48 ativos na carteira.
Os quatro ativos em tratamento especial (CRI AIZ, Vanguarda, RDR e Solar Junior, 7,31% do PL) tiveram atualizações: AIZ com nova AGT em 27/02 por atraso na venda de imóvel; RDR com amortização de R$ 1,5 milhão em janeiro (custo para R$ 19,3 milhões, 4,67% PL) e próxima de R$ 0,2 milhão em 25/03 (para 4,62% PL); Vanguarda com expectativa de 80% recuperabilidade; Solar Junior em 0,1% PL. Participação em AGTs de Wimo, Supreme Garden, GS Souto e MZM aprovou servicers, prazos estendidos, garantias adicionais e quitações antecipadas.
Pipeline inclui até R$ 3 milhões em CRI Bit Série 4 e R$ 1,5 milhão em CRI MZM V em março, além de novas operações em abril como R$ 18 milhões em CRI de terreno (IPCA + 12,68%) e R$ 10 milhões em término de obras (CDI + 6%). Spread de crédito em 3,73%, DY anualizado em 13,48% estável.