O SNCI11 distribuiu R$ 1,00 por cota em junho, mantendo o mesmo valor do mês anterior e com guidance inalterado entre R$ 1,00 e R$ 1,10 para o terceiro trimestre de 2026. O dy anualizado subiu para 13,95% contra 13,50% de maio, enquanto a cota de mercado caiu de R$ 88,92 para R$ 86,00, levando o p/vp de 0,92 para 0,89. O patrimônio líquido recuou de R$ 407,11 milhões para R$ 405,43 milhões e o número de cotistas passou de 35.129 para 34.890.
O caixa aumentou de R$ 23,47 milhões para R$ 31,03 milhões, elevando a alavancagem líquida negativa de -9,60% para -11,85% do pl. A carteira reduziu de 51 para 44 ativos e o ltv médio subiu de 65,72% para 69,60%. O spread de crédito passou de 3,10% para 3,30% e o yield médio da carteira avançou de 16,55% para 16,91%.
Entre as movimentações do mês, o fundo comprou R$ 8,25 milhões do novo cri oliveira, a ipca + 12,68%, e R$ 24 milhões em ações da gafisa para suporte ao cri gafisa sorocaba, além de R$ 26,5 milhões em fii de desenvolvimento residencial. Vendeu R$ 59,87 milhões em cris de forma transitória, com parte já recomprada em julho, e quitou uma operação compromissada de R$ 7,3 milhões.
Os quatro ativos em tratamento especial permanecem os mesmos. No cri rdr, houve recuperação de R$ 102 mil em junho e nova rodada prevista de R$ 1,7 milhão em julho, com redução do preço de custo para R$ 18,6 milhões e cessão de confissões de dívida que diminuem o default efetivo. Nos demais, as atualizações seguem em linha com o mês anterior, com prazo estendido para agosto no cri aiz.
A rentabilidade ajustada do mês foi de -2,16%, pior que -1,64% de maio, e a rentabilidade patrimonial fechou negativa em 0,26% contra positiva de 0,71% no mês anterior. O volume médio diário de negociação caiu de R$ 622 mil para R$ 512 mil.