No relatório de maio de 2026 do RZTR11, o patrimônio líquido subiu para R$ 1.848.721.684,18 e a cota patrimonial alcançou R$ 98,07, ante R$ 91,74 no mês anterior. Essa variação decorre da atualização anual de valores dos imóveis, que acrescentou cerca de R$ 6,33 por cota.
O número de ativos passou de 24 para 25, com área total de 86.280 hectares. A composição da carteira manteve-se inalterada, com 51% em Sale & Leaseback, 29% em Buy to Lease, 17% em Land Equity e 3% em caixa, mantendo o alvo de longo prazo em 20% para Land Equity.
O fundo distribuiu R$ 1,00 por cota, com dividend yield mensal de 1,10% e acumulado de 12 meses em 13,99%. A receita imobiliária recorrente ficou estável em torno de R$ 20,7 milhões mensais.
O destaque do período foi a rescisão do contrato de arrendamento da Fazenda Bom Jardim por inadimplência do arrendatário, com perda estimada de R$ 5,6 milhões em receita até o fim de 2026, equivalente a cerca de R$ 0,30 por cota. O ativo, registrado a R$ 60 milhões, será remarcado para R$ 82,1 milhões conforme laudo independente, gerando ganho patrimonial de aproximadamente R$ 1,17 por cota.
A gestão informou que promoveu ajustes no relatório após contato com cotistas para tornar a comunicação mais clara. Também alertou para possível redução nas distribuições no próximo semestre, em razão de menor fluxo recorrente, embora negocie vendas de ativos em Land Equity, incluindo a própria Bom Jardim, que poderão gerar ganhos de capital futuros.