No mês de junho de 2026, o RZTR11 distribuiu R$ 0,90 por cota, abaixo dos R$ 1,00 pagos em maio. A gestão reduziu a distribuição para preservar maior estabilidade nos próximos meses, considerando a sazonalidade dos recebimentos de arrendamento e as negociações em andamento.
O relatório destaca a rescisão do contrato de arrendamento da Fazenda Bom Jardim após inadimplência. O prazo para devolução da posse terminou em 22 de junho de 2026, com perda estimada de receita de R$ 5,6 milhões até o fim do ano, equivalente a cerca de R$ 0,30 por cota. Em contrapartida, o ativo será reavaliado de R$ 60 milhões para R$ 82,1 milhões, gerando ganho patrimonial de R$ 22,1 milhões, ou aproximadamente R$ 1,17 por cota.
O patrimônio líquido do RZTR11 recuou para R$ 1.840.199.861,90, com cota patrimonial em R$ 97,61, ante R$ 98,07 no mês anterior. A redução está ligada à revisão em andamento da auditoria sobre as avaliações das fazendas, com expectativa de incorporação de valorizações em breve.
A composição da carteira permaneceu estável em relação a maio: 3% em caixa, 29% em Buy to Lease, 51% em Sale & Leaseback e 17% em Land Equity. A alocação-alvo em Land Equity continua em 20%. A área total de imóveis foi de 84.141 hectares, com 25 ativos.
O dividend yield dos últimos 12 meses ficou em 12,73%, abaixo dos 13,99% registrados em maio. A cota de mercado fechou em R$ 89,69, com retorno bruto total de -0,60% no mês. O fundo mantém negociações para venda de propriedades da estratégia Land Equity, incluindo a Fazenda Bom Jardim.