No relatório de fevereiro 2026 do RZAT11, referente aos resultados de fevereiro, o fundo distribuiu R$ 1,00 por cota, acima dos R$ 0,95 distribuídos em janeiro. O resultado por cota atingiu R$ 1,54, contra R$ 0,93 no mês anterior, impulsionado por receitas totais de R$ 7,2 milhões, com destaque para outras receitas de R$ 3,4 milhões e opção de recompra de R$ 1,1 milhão. As sobras acumuladas subiram para R$ 0,70 por cota, ante R$ 0,17 em janeiro, mantendo a estratégia de retenção para estabilidade.
O principal evento foi a conclusão da negociação com a Aliança Agrícola no imóvel logístico de Porto dos Gaúchos-MT: distrato da locação atípica com apropriação do depósito caução de R$ 1,79 milhão (R$ 0,42 por cota), indenização contratual de R$ 13,29 milhões (R$ 3,14 por cota) reconhecida mas não contabilizada por incerteza de recuperação, opção de recompra com divisão 50/50 de ganhos acima de R$ 38,5 milhões corrigidos, e desinvestimento em andamento com potenciais compradores.
A composição da carteira segue com 10 imóveis locados a 9 inquilinos, valor de aquisição R$ 405 milhões e mercado R$ 1,04 bilhão, desconto médio 61%, spread IPCA+10% e prazo médio remanescente de 6 anos. A tabela de portfólio agora lista Odilon Santos no imóvel comercial de Goiânia-GO (R$ 30 milhões de compra, IPCA+14%, prazo 10 anos), substituindo a menção anterior a Rápido Araguaia para o mesmo ativo. A diversificação por localização ajustou-se, com SP em 37% (ante 24%), GO em 24% (ante 37%), MT em 9% (ante 19%) e CE em 19% (ante 5%), refletindo reavaliações.
A cota patrimonial subiu para R$ 101,53, contra R$ 100,91 em janeiro, e o dividend yield de 12 meses recuou para 12,5%, ante 12,7%. As perspectivas mantêm estimativa de R$ 0,95 a R$ 1,05 por cota nos próximos meses, atrelada ao IPCA.