O relatório de junho de 2026 do RZAT11 mostra a aquisição de um nono imóvel, da Visolux em Maringá-PR, comprado por R$ 20 milhões com valor de mercado de R$ 27,8 milhões e taxa de IPCA + 13,62%. Com isso, o portfólio passou de 8 para 9 imóveis, o valor de aquisição total subiu para R$ 375 milhões e o valor de mercado dos ativos atingiu R$ 975 milhões, mantendo o desconto médio de 62%. A taxa contratual média da carteira subiu de 10,0% para 10,2% em relação ao IPCA.
O valor da cota patrimonial caiu de 103,83 para 102,13 e o dividend yield anualizado recuou de 16,8% para 15,8%. No mês, o fundo registrou resultado negativo de R$ 1,45 milhão por causa do pagamento de taxa de performance de R$ 6,17 milhões, após a distribuição de ganhos não recorrentes.
O caixa por cota diminuiu de 2,52 para 0,48, após três meses consecutivos de distribuição de R$ 1,70 por cota. A gestora indica que, a partir de julho e agosto, os rendimentos devem se normalizar entre R$ 1,05 e R$ 1,15 por cota, influenciados principalmente pelo componente de IPCA.
A composição por tipo de imóvel teve pequena alteração, com industrial em 52%, logístico em 23% e comercial em 26%. A prazo médio dos contratos permaneceu em 6 anos.