No relatório de gestão de julho de 2026 do RZAT11, a distribuição de rendimentos referente ao mês foi de R$ 1,05 por cota, valor inferior aos R$ 1,70 por cota distribuídos no mês anterior conforme o relatório de junho. Essa redução ocorre após três meses consecutivos de distribuições elevadas provenientes de ganhos não recorrentes das operações de Aliança Agrícola e Rede Monte Carlo.
As sobras acumuladas caíram de R$ 0,48 por cota no relatório de junho para R$ 0,30 por cota no de julho, enquanto o valor da cota patrimonial passou de 102,13 para 101,44. O dividend yield anualizado subiu ligeiramente de 15,8% para 15,94%, e o spread médio contratual permaneceu em 10,2% acima do IPCA.
A carteira do RZAT11 manteve-se inalterada, com os mesmos 9 imóveis avaliados em R$ 975 milhões no mercado e adquiridos por R$ 375 milhões, mantendo o desconto médio de 62%. Não foram registradas novas aquisições, vendas de ativos ou alterações nos contratos de locação entre os dois relatórios.
Nas perspectivas, o relatório de julho ajustou as estimativas para rendimentos normalizados entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota em agosto e entre R$ 0,95 e R$ 1,05 em setembro, valores inferiores à faixa de R$ 1,05 a R$ 1,15 projetada no relatório anterior para julho e agosto. A composição por tipo de imóvel e por localização também se manteve a mesma.