No relatório de maio de 2026 do RZAG11, a gestora dedicou a seção principal a explicar os itens de uma assembleia extraordinária em consulta formal, com proposta de ampliação da política de investimento para permitir a compra direta de CPR-F e outros instrumentos do agronegócio, sem necessidade de estrutura de securitização.
A operação prevê nova emissão de cotas para incorporar carteira de ativos do LSAG11 por integralização, com renúncia ao direito de preferência, aprovação de conflito de interesses e laudo de avaliação independente, visando ganho de escala sem diluição para os cotistas atuais.
Comparado ao relatório de abril, o número de ativos caiu de 39 para 38, a originação própria subiu de 89,73% para 94,44% e a alocação do patrimônio líquido avançou de 95,42% para 102,27%, enquanto o spread médio recuou de 4,61% para 4,52%.
O patrimônio líquido diminuiu para R$ 663,8 milhões e o número de cotistas reduziu-se em 36, com a cota patrimonial subindo para R$ 9,73.
No mercado, a cota fechou em R$ 8,98, queda de 4,26% no mês, elevando o dividend yield dos últimos 12 meses para 17,27%.
A distribuição se manteve em R$ 0,120 por cota, mas o resultado do mês foi de R$ 0,10 por cota, consumindo parte do acumulado.
A gestora informou aumento de exposição no CRA da Agrogar Agropecuária para R$ 30 milhões e no EXAG11 para R$ 35 milhões, mantendo o acompanhamento do caso Uniggel sem impacto na distribuição.
A composição por garantia, cultura e estratégia permaneceu estável em relação ao mês anterior.