No relatório de março de 2026 do RZAG11, o fundo manteve a distribuição de R$ 0,120 por cota, com dividend yield mensal de 1,30%, ante 1,27% em fevereiro, e DY de 12 meses subindo para 16,75% de 16,35%. O patrimônio líquido cresceu para R$ 678,8 milhões, de R$ 663,1 milhões, com cota patrimonial estável em R$ 9,63 e número de cotistas em 88.431, aumento de 905 em relação aos 87.526 de fevereiro.
A cota de mercado fechou em R$ 9,24, queda de R$ 9,45 do mês anterior, resultando em P/VP de 0,96 contra 0,98, e liquidez média diária de R$ 1,57 milhão, menor que os R$ 1,89 milhão de fevereiro. A alocação do PL permaneceu em 95,42%, com 39 ativos, 100% indexados ao CDI e originação própria de 89,73%, mas o spread médio da carteira caiu para CDI + 4,61%, de 4,79% em fevereiro, enquanto a duration média ficou em 2,10 anos.
No DRE, receitas subiram para R$ 9,11 milhões de R$ 9,04 milhões, mas despesas aumentaram para R$ 919 mil de R$ 784 mil, levando o resultado do fundo a R$ 8,10 milhões, ligeiramente abaixo dos R$ 8,16 milhões de fevereiro; a distribuição representou 101% do rendimento total, contra 100%. Sem alavancagem registrada.
Na carteira, o caixa reduziu para R$ 26,4 milhões (4,58% do PL), igual proporção de fevereiro, com aumento na posição de Atafona Sementes Produtiva para R$ 116 milhões (16,9% do PL), de R$ 112 milhões, sugerindo reinvestimento; demais posições e garantias (89% aval + AF de terras) estáveis, com foco em soja (43%), milho (13%) e algodão (7%). Sem novas compras ou vendas destacadas.
Nas perspectivas, o gestor reitera priorizar reinvestimentos em operações existentes devido a desafios na originação de novos ativos com risco-retorno similar, com monitoramento contínuo do portfólio e da recuperação judicial da Uniggel Sementes, ainda pendente até 31/03/2026 e adimplente; para fevereiro, o resultado foi R$ 0,1190 por cota, com distribuição de R$ 0,120 consumindo acumulado mínimo.
No panorama agro, avançou a colheita de soja a 85,7% da área com produção recorde estimada em 179,2 milhões de toneladas pela Conab; plantio de safrinha de milho a 99,2% da área projetada em 109,1 milhões de toneladas; safra de algodão em queda de 5,8% para 3,84 milhões de toneladas.