O relatório de julho de 2026 do RECT11 informa a distribuição de R$ 0,4500 por cota, mantendo o valor estável desde outubro de 2025, o que elevou o acumulado dos últimos 12 meses para R$ 5,24 por cota, contra R$ 5,16 no mês anterior. O dividend yield sobre a cota de mercado subiu para 1,27% ao mês, ante 1,25% em junho, embora o percentual sobre o CDI líquido tenha recuado de 144% para 135%. O patrimônio líquido avançou para R$ 767,2 milhões e a cota patrimonial para R$ 89,80, enquanto a cota de mercado caiu para R$ 35,33.
Uma atualização relevante foi a renovação do contrato de locação no Canopus Corporate com a Corteva Agriscience, envolvendo 4.566,63 m² por três anos a partir de setembro de 2027, com segregação dos pavimentos: o 7º andar permanece com a Corteva e os 6º e 8º passam para a CTVA Proteção de Cultivos. A taxa de ocupação do portfólio ficou em 92,79%, igual ao mês anterior, e a vacância em 7,2%.
O número de cotistas diminuiu para 45.969, contra 46.495 em junho, e o volume negociado na B3 recuou para R$ 8,2 milhões. O passivo líquido baixou para R$ 23,1 milhões. Na carteira de CRIs, restou apenas o Matarazzo Retail 4 no valor de R$ 8,4 milhões, após a ausência do CRI MRV/AVLA que constava no relatório anterior.
A estratégia de venda de ativos para gerenciamento de passivos segue mencionada, com as quatro operações já realizadas. A projeção de receita caixa dos imóveis para os próximos 12 meses permanece em torno de R$ 5,3 milhões a R$ 5,4 milhões mensais.