O RECR11 divulgou um ato de sua administradora, a Apex Group Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, nova denominação da BRL Trust, que também atua como gestora, para retificar parte das condições da 13ª emissão de novas cotas do fundo. Essa emissão, que prevê uma oferta pública primária com esforços restritos de colocação sob rito de registro automático, havia sido aprovada em ato de 7 de abril de 2026, a partir de recomendação da REC Gestão de Recursos, na qualidade de consultora especializada.
A mudança se refere à forma de subscrição e integralização das novas cotas. Com a nova redação, a liquidação física e financeira dos termos de aceitação ocorrerá na data de liquidação da oferta, pelos procedimentos da B3 ou do escriturador, e o pagamento de cada nova cota será feito à vista, em moeda corrente nacional e ou por meio de compensação de créditos que os investidores já detenham contra o RECR11, por meio dos procedimentos do escriturador, sempre pelo preço de emissão e sem possibilidade de aquisição de cotas fracionadas. O documento também esclarece que cada investidor deverá pagar ao coordenador líder o valor correspondente às cotas subscritas e que a oferta não contará com boletins de subscrição, sendo o documento de aceitação suficiente para validar o compromisso de integralização para os investidores previstos na regulamentação.
Todos os demais itens aprovados anteriormente foram ratificados sem alteração. O ato, datado de 10 de setembro de 2026, ainda registra que a participação da própria administradora como coordenadora líder da oferta não configura conflito de interesses, por observar os requisitos previstos nas Resoluções CVM 21 e 175.