O RECR11 encerrou junho de 2026 com patrimônio líquido de R$ 2.286.781.618, abaixo dos R$ 2.338.046.932 de maio. A cota patrimonial caiu para R$ 86,48, ante R$ 88,42, e a cota de mercado chegou a R$ 81,67, contra R$ 82,54 no mês anterior. O número de cotistas subiu para 174.597, de 173.918.
O fundo distribuiu R$ 1,0759 por cota, menor que os R$ 1,1180 de maio. O dividend yield mensal foi de 1,317%, abaixo dos 1,354% anteriores, e o acumulado de 12 meses alcançou R$ 10,74 por cota, contra R$ 10,68 em maio. O rendimento representou 152% do CDI líquido, inferior aos 163% do mês passado.
Em alocações, o gestor adquiriu novos CRIs somando mais de R$ 62 milhões, entre eles o CRI FIT MCMV Realiza por R$ 23 milhões a CDI + 3,75%, o CRI FIT VIC por R$ 20 milhões na mesma taxa, o CRI Villagio Jardins por R$ 8,7 milhões a CDI + 5,50% e outras séries do CRI Ativos Residenciais Diversificados por cerca de R$ 9,5 milhões. Em alienações, vendeu cotas do CRI Matarazzo Retail por R$ 23,2 milhões e do CRI Matarazzo Retail IV por R$ 1,7 milhão. Foi realizada uma operação compromissada reversa de R$ 25,5 milhões, vencendo em dezembro de 2026, e o CRI VIC foi liquidado integralmente por R$ 1,16 milhão em 23 de junho.
A alocação manteve-se em 95% dos recursos em CRIs e FIIs, com CRIs respondendo por R$ 2.242.316.572, ou 92% do total. Os dados de indexador, emissor e segmento geográfico permaneceram próximos aos de maio, com IPCA dominante e maior concentração em São Paulo. Não houve alteração relevante na estrutura de capital ou na política de distribuição.