No relatório de março de 2026 do RECR11, o fundo distribuiu R$ 1,0335 por cota, equivalente a dividend yield mensal de 1,280% sobre a cota de fechamento de R$ 80,76, anualizado em 15,36% e 136% do CDI líquido, superior aos R$ 0,7253 por cota e 0,880% de yield em fevereiro (sobre R$ 82,42). O acumulado de 12 meses ajustou para R$ 10,92 por cota.
O patrimônio líquido caiu para R$ 2.351.537.277, com cota patrimonial em R$ 88,93, ante R$ 2.366.221.951 e R$ 89,49 em fevereiro. A cota de mercado fechou em R$ 80,76, queda ante R$ 82,42. Número de cotistas subiu para 174.317, de 173.319.
A alocação manteve 94% dos recursos investidos, em 98 CRIs e 6 FIIs. CRIs totalizaram R$ 2.212.530.827 (90% do ativo total de R$ 2.454.991.688), ante R$ 2.228.224.333 (91%) em fevereiro; FIIs cresceram para R$ 103.190.014 (4%), com entrada de R$ 10.000.194 em EIRA11; imóvel estável em R$ 75.920.000 (3%).
Novas aquisições somaram R$ 33.479.261: R$ 6.777.419 adicionais em CRI Matarazzo Retail IV (CDI + 4,95%, Opea), R$ 14.001.025 em CRI Ativos Residenciais Diversificados (CDI + 3%, Habitasec), R$ 2.700.623 em CRI Pulverizado Lançamentos Residenciais (IPCA + 10,50%, Habitasec) e R$ 10.000.194 em FII EIRA11. Comparado a fevereiro, volumes maiores em Ativos Residenciais e Matarazzo IV (que já teve R$ 4,6M).
Alienações totalizaram R$ 12.594.086, destacando R$ 10.999.579 do CRI Fasano Salvador e vendas menores de CRIs Crediblue (R$ 249.217), Buriti (R$ 279.968), Vitacon (R$ 265.688), T-Cash (R$ 299.994), VIC 5 (R$ 99.076) e MRV (R$ 299.564). Em fevereiro, alienações foram menores, como Zarin e Crediblue.
Receitas de CRIs/FIIs subiram para R$ 30.155.843 em março, ante R$ 22.217.942 em fevereiro, com lucro em caixa de R$ 27.329.401 distribuído quase integralmente. LTV médio estável em 48%, duration em 3,8 anos. Composição por indexador similar: IPCA 57%. Todos CRIs adimplentes, exceto vencimentos antecipados prévios como Olimpo. Volume negociado na B3 foi R$ 70.571.554, média diária R$ 3.207.798.