O RECR11 anuncia oferta pública primária de inicialmente 4.606.000 novas cotas a R$ 89,00 cada, totalizando R$ 409.934.000,00, com possibilidade de distribuição parcial se atingido o mínimo de R$ 30.000.031,00 (337.079 cotas), sem lotes adicionais ou suplementares. A administradora e gestora é a BRL Trust DTVM S.A. (Apex), com consultoria especializada da REC Gestão de Recursos S.A. As cotas serão negociadas na B3 após encerramento da oferta, com direito de preferência aos cotistas atuais e subscrição de sobras. O pedido de registro na CVM foi em 07/04/2026, com intenções de investimento a partir de 20/04/2026 e cronograma estendendo-se até novembro de 2026.
Os recursos captados serão usados para aquisição de ativos alvo como CRIs, LHs e LCIs, alinhados à política de investimentos que visa rentabilidade atrelada ao IMA-B +1% a.a., com disponibilidades em aplicações financeiras de renda fixa. Há um pipeline indicativo de CRIs em incorporação (diversas regiões, CDI+3% a 5,50%), varejo, loteamentos e hotéis (IPCA+10%), mas sem compromisso vinculante, podendo variar por due diligence ou condições de mercado; em caso de distribuição parcial, prioridades são discricionárias.
Principais riscos incluem crédito dos emissores/devedores, liquidez de CRIs no secundário, oscilações de mercado e cotações (mín. R$78,90/máx. R$83,41 em 2026), tributários (mudanças em isenções), concentração e diluição de 15,5% para não subscritores. Cotação recente: anual 2026 (méd. R$81,50), trimestral 1T26 (méd. R$81,54); sem classificação de risco. Custos da oferta arcados pelo fundo, sem taxa de ingresso aos investidores.