No relatório gerencial de abril 2026 do RCRB11, a vacância física permanece em 0% em todos os 9 ativos, enquanto a vacância financeira melhorou para 4,5%, ante 4,8% em março. As receitas imobiliárias somaram R$ 4,89 milhões (R$ 1,33/cota), abaixo dos R$ 5,27 milhões de março, resultando em lucro de R$ 4,16 milhões (R$ 1,13/cota), com distribuição mantida em R$ 1,07/cota e dividend yield anualizado de 9,1%, ante 9,0% no mês anterior. O patrimônio líquido é de R$ 735,57 milhões (ref. março), ligeiramente abaixo dos R$ 735,71 milhões (ref. fevereiro), e a cota fechou em R$ 141,69, versus R$ 142,32.
Destaque para a conquista da certificação LEED Platinum pelo Edifício Continental Square, upgrade do nível Gold anterior sem novos investimentos, reforçando eficiência sustentável. No JK Financial Center, concluiu-se o retrofit completo do auditório, com modernização de layout, acústica e equipamentos, financiado pelo caixa do imóvel para gerar receitas acessórias. Nova locação firmada em 23/04 com a Belliz no 11º andar, impactando +R$ 0,05/cota ao fim de carências, com upside de 26% no aluguel e sem período de vacância, seguindo padrão de reocupações rápidas nos últimos 18 meses (expansão Lifetime +21%, Board Academy +8%).
O processo de alienação de imóvel avança, com minuta de CCV e direito de preferência em fase final, mantendo expectativa de ganho de R$ 10 milhões (R$ 2,90/cota) até o fim do semestre. Renovatórias e revisionais de 2026 prosseguem com duas negociações avançadas, conclusão prevista para abril. FFO projetado segue em R$ 1,18/cota (yield ~10%), com guidance de R$ 1,07/cota no 1S26 (+12,6% YoY), considerando redução de descontos (R$ 0,06/cota) e carências (R$ 0,01/cota terminando em maio, mais R$ 0,05/cota a partir de agosto).
Alavancagem via CRI no JK Financial Center tem saldo devedor de R$ 86,35 milhões (IPCA+6,4%), relação de 10,43% sobre PL (ante 10,49%), com amortizações anuais de ~R$ 15 milhões de 2026 a 2030. Portfólio mantém 43.448 m² de ABL, 55 inquilinos, WALE de 3,34 anos (ante 3,6 anos), 94,6% da receita em SP. Volume médio diário negociado subiu para R$ 1,35 milhão (ante R$ 873 mil em março), com 24.445 cotistas (leve queda de 24.508).