No relatório de julho de 2026 do RCRB11, o número de ativos caiu de nove para oito após a alienação do Edifício Parque Cultural Paulista, com a área bruta locável reduzida de 43.448 m² para 38.415 m². A vacância física permaneceu em 0% pelo sexto mês consecutivo, enquanto a vacância financeira ficou em 3,4%, ligeiramente abaixo dos 3,5% do mês anterior.
A distribuição por cota subiu para R$ 1,30 em julho, ante R$ 1,08 em junho, alinhada à guidance de R$ 1,30 para o segundo semestre de 2026. O resultado do mês alcançou R$ 10,1 milhões, ou R$ 2,74 por cota, influenciado pelo ganho de capital da venda, contra R$ 3,9 milhões no mês anterior.
A venda do Parque Cultural Paulista totalizou R$ 77,1 milhões, com ganho de R$ 10,9 milhões. O fundo recebeu a primeira parcela de R$ 38,5 milhões em 15 de julho, com o restante programado para 2026, 2027 e 2028. O patrimônio líquido recuou para R$ 700 milhões, comparado a R$ 735 milhões no relatório de junho.
Em julho, a gestão concluiu uma revisão contratual na região da JK com incremento de 23% na receita de locação, após a negociação de 20% na região da Paulista registrada em junho. As tratativas com outros três ocupantes na JK seguem em andamento.
O fundo avançou na análise para aquisição de três conjuntos em um ativo onde já possui participação relevante, o que poderia ampliar a exposição em cerca de 3%. A operação está em fase de diligência, com prazo estimado de 90 dias, e deve utilizar menos de 50% do caixa disponível.
A alavancagem ficou em 10,63% do patrimônio líquido, com saldo devedor de R$ 84,13 milhões no CRI do JK Financial Center. O volume médio diário negociado subiu para R$ 1,0 milhão, contra R$ 737 mil no mês anterior.