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RBVA11

FII

RIO BRAVO RENDA VAREJO FII

Cotação: R$ 7,88

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R$ por cota · 03/11/2026 14:11 · B3

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Relatório gerencial · Abril de 2025

Referência 30/04/2025 · entregue 20/05/2025 17:37

Em uma linha

Alienação do imóvel Santa Cecília por R$ 9,4 milhões, 110% acima do preço de compra e 15,3% acima do laudo patrimonial

Resumo

O relatório é do FII Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11).

O fundo distribuiu R$ 0,09/cota em abril, mantendo o mesmo valor dos últimos meses, com um dividend yield anualizado de 12,3%. O resultado do mês foi de R$ 0,08/cota.

O gestor destacou a alienação do imóvel Santa Cecília por R$ 9,4 milhões, valor 110% acima do preço de compra e 15,3% acima do laudo patrimonial, gerando um lucro de aproximadamente R$ 0,03/cota e uma TIR de 17,75% a.a. A venda marca uma importante transformação no Fundo que, pela primeira vez na história possui como principal inquilino, em termos de receita contratada, um operador não bancário. O inquilino com maior participação da receita passa a ser a Cogna com 24,7%.

As obras do imóvel Gabriel Monteiro (Portobello) estão adiantadas, com 31% de execução em meados de abril, superando o planejado de 26,3%.

O fundo bateu a marca de 70 mil investidores e realizou o desdobramento das cotas na proporção de 1:10. O desdobramento de cotas terá o potencial de aumentar a liquidez da negociação do Fundo na bolsa.

Para o primeiro semestre de 2025, a gestão espera um resultado recorrente de R$ 0,08/cota e manter a distribuição de R$ 0,09/cota, devido à estratégia de ganho de capital por meio de alienações.

A vacância física permanece em 4,8%. A área bruta locável (ABL) total é de 302.160 m², distribuídos em 83 imóveis e 17 inquilinos.

Houve uma mudança na composição da receita por locatário, com a Cogna se tornando o principal inquilino após a alienação de um imóvel locado para a Caixa Econômica Federal. A exposição à Cogna passou a ser de 24,7% da receita contratada.

A alavancagem do fundo, medida pela relação dívida/patrimônio líquido, é de 10,48%. O gestor vê a alavancagem como positiva, pois as taxas foram fixadas em um período de juros mais baixos e não pretende realizar o pré-pagamento dos CRIs.

A receita por indexador está dividida em 61% indexada ao IPCA/IBGE e 39% ao IGP-M/FGV. A maior parte da receita (86,9%) está concentrada na região Sudeste.

Comparando com o relatório de março de 2025:

* O número de cotistas aumentou de 69.186 para 70.243. * A cota de fechamento do mês diminuiu de R$ 83,06 para R$ 8,70, por conta do desdobramento realizado. * O *yield* anualizado diminuiu de 13,0% para 12,3%. * Houve uma redução na rentabilidade do Fundo desde o início da gestão ativa (de 49,15% para 74,94%). * O valor negociado por metro quadrado aumentou de R$ 4.548 para R$ 4.779. * A receita imobiliária acumulada no 1º semestre teve um aumento (de 43.507.109,80 para 58.378.246,93). * A taxa de administração e gestão foi praticamente mantida.

Comparando com o relatório de fevereiro de 2025:

* O número de cotistas aumentou de 68.582 para 70.243. * A cota de fechamento do mês diminuiu de R$ 78,15 para R$ 8,70, por conta do desdobramento realizado. * O *yield* anualizado diminuiu de 13,8% para 12,3%. * Houve um aumento na rentabilidade do Fundo desde o início da gestão ativa (de 40,24% para 74,94%). * O valor negociado por metro quadrado aumentou de R$ 4.291 para R$ 4.779. * A receita imobiliária acumulada no 1º semestre teve um aumento (de 28.800.046,09 para 58.378.246,93). * A taxa de administração e gestão foi praticamente mantida.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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