No relatório de janeiro 2026 do RBVA11, o resultado foi de R$ 0,135 por cota, abaixo dos R$ 0,158 por cota de dezembro 2025, impulsionado por recebimento da última parcela da devolução de imóveis da Caixa no valor de R$ 12,7 milhões com lucro de R$ 7,07 milhões, além de indenização de R$ 1,75 milhão do Santander em Curitiba. A distribuição permaneceu em R$ 0,09 por cota, alinhada ao guidance para o primeiro semestre de 2026 de resultado recorrente de R$ 0,076 por cota e distribuição linear de R$ 0,09 por cota.
A 6ª emissão de cotas avançou, com preço de subscrição de R$ 10,68 e montante total de R$ 80 milhões, visando aquisição de 3 ativos por cerca de R$ 120 milhões a cap rate médio de 11,8%, elevando imóveis para 78, inquilinos para 22, setores para 14 e contratos atípicos para 61% do portfólio. Foi assinado compromisso para compra de 2 imóveis por R$ 86,4 milhões a cap rate 12,3%: um no Rio de Janeiro locado à Estácio (educacional atípico) e outro em São Paulo à PBKids (varejo atípico).
A reavaliação anual dos ativos mostrou valorização de 3,56% no portfólio em relação ao laudo anterior, com GPA valorizando 5,58%. As obras do BTS Portobello estão na fase final, com inauguração esperada em fevereiro.
O patrimônio líquido subiu para R$ 1,68 bilhão (referência dezembro 2025), ante R$ 1,64 bilhão (referência novembro 2025), com ativo total de R$ 1,92 bilhão e imóveis em R$ 1,76 bilhão. Vacância física manteve-se em 6,9%, ABL em 289.404 m² e imóveis em 73. Cotistas cresceram para 91.018, de 89.939, e volume médio diário negociado foi R$ 2,37 milhões, ante R$ 1,94 milhão. Dividend yield anualizado passou para 10,8%, de 10,4%, com cota fechando em R$ 9,99, ante R$ 10,37.
Alavancagem caiu para 11,14% do patrimônio líquido, de 11,53%, com saldo devedor dos CRIs em R$ 189,87 milhões. Composição por locatários e setores manteve-se estável, com Cogna em 20,6% do ativo, Caixa em 12,1%, Santander em 10,9% e vago em 11,1%; educação em 20,6%, alimentício em 23,7% e bancário em 23%.