No relatório de março de 2026 do RBVA11, o fundo registra 71 imóveis, contra 72 no relatório de fevereiro, após a venda do imóvel Anchieta em São Paulo por R$ 7,3 milhões, com lucro contábil de R$ 3,86 milhões ou R$ 0,025 por cota e TIR de 18,3% ao ano em 13 anos de investimento. A ABL total caiu para 286.530 m², ante 288.191 m² no mês anterior.
A vacância física subiu para 8,5%, de 6,9% em fevereiro, impactada pela desocupação do Santander em Santos, com entrega de chaves em 3 de março, e pelo distrato com a Caixa no imóvel Mutinga em Osasco, que pagará multa rescisória conforme contrato. Em contrapartida, houve nova locação de 845,8 m² em Curitiba com o Grupo Panvel por 10 anos, reduzindo vacância local e adicionando impacto de R$ 0,0004 por cota no resultado, elevando inquilinos para 20 e setores para 14, com entrada no farmacêutico.
A inauguração do imóvel Portobello em São Paulo marca o início da geração de receita desse ativo de 1.838 m², com contrato atípico de 20 anos. Esforços de locação avançam em imóveis como Curitiba Monsenhor (contrato assinado), Liberdade e Av. Duque de Caxias (minutas em elaboração), e propostas aprovadas em Recife e Fortaleza.
O resultado por cota foi R$ 0,10 em março, ante R$ 0,071 em fevereiro, com receita de locação de R$ 13,9 milhões (vs R$ 13,4 mi) e venda de imóveis contribuindo R$ 4 milhões (vs R$ 91 mil); despesas de vacância subiram para R$ 627 mil (de R$ 547 mil). Distribuição manteve R$ 0,09 por cota, com acumulado no 1º semestre de 2026 em R$ 0,306 de resultado e R$ 0,270 distribuídos. Patrimônio líquido refere-se a R$ 1,672 bilhão em fevereiro, de R$ 1,675 bi em janeiro, com cota patrimonial em R$ 10,71.
A 6ª emissão de cotas segue em andamento com expansão do lote adicional, visando ativos prioritários como dois em RJ/SP por R$ 90 milhões a cap rate médio de 12,5% (com ônus de R$ 40 mi) e um em SP por R$ 30 mi a 9%. Alavancagem caiu para 10,85% do PL, com saldo devedor do CRI RBVA em R$ 161 milhões (de R$ 163 mi). Número de cotistas cresceu para 92.782, de 92.023, e volume médio diário negociado foi R$ 1,96 milhão, de R$ 2,01 mi. WAULT recuou para 5,4 anos, de 5,5 anos.