RBRY11

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RBR CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/04/2026

Entrega

21/05/2026 19:13

Resumo

No relatório de abril de 2026 do RBRY11, o patrimônio líquido subiu para R$ 1.285,5 milhões, ou R$ 100,67 por cota, enquanto no mês anterior era de R$ 1.274,4 milhões, ou R$ 99,80 por cota. O valor de mercado caiu para R$ 1.181,2 milhões, ou R$ 92,50 por cota, contra R$ 1.247,2 milhões, ou R$ 97,67 por cota em março, o que fez o P/VP recuar de 0,98x para 0,92x.

A alavancagem via operações compromissadas diminuiu de 4,2% para 3,0% do patrimônio líquido. O fundo zerou a exposição de R$ 34 milhões nos CRIs Pernambuco e Pernambuco Aurora e reduziu em R$ 11 milhões a posição no FII RBRR11, ao mesmo tempo em que comprou R$ 4,8 milhões no CRI Bild, R$ 4,4 milhões no CRI Pulverizado MK CDI, R$ 2,3 milhões no CRI MOS Jardins e Pinheiros II e R$ 0,9 milhão no CRI Tael Série VII, além de R$ 0,4 milhão no CRI Tael Série III, tudo a taxa média de CDI + 4,1%.

A alocação em CRIs e operações estruturadas caiu de 94,9% para 92,4% do PL, enquanto a exposição em FIIs recuou de 7,1% para 6,2%. O número de cotistas aumentou de 75.197 para 76.388, e o volume médio diário negociado subiu de R$ 4,6 milhões para R$ 6,1 milhões. O resultado distribuível foi de R$ 1,14 por cota, contra R$ 1,12 em março, com distribuição de R$ 1,00 por cota, inferior à de R$ 1,06 do mês anterior.

O prazo médio da carteira de CRIs ficou em 2,0 anos, próximo ao 2,1 anos registrado em março, e a proporção indexada ao CDI permaneceu em torno de 86%. Não houve inclusão de novos ativos na watchlist. A performance do RBRY11 no mês foi de -4,2%, enquanto em março havia sido de +1,5%.