O RBRY11 gerou resultado financeiro líquido de R$ 41,3 milhões no primeiro trimestre de 2026 e distribuiu esse valor integralmente aos cotistas, sem retenção no fundo. Isso representou um forte crescimento em relação aos R$ 15,8 milhões distribuídos no trimestre anterior.
A receita principal veio de juros de ativos imobiliários representados por TVM, com R$ 51 milhões recebidos no período e R$ 113,4 milhões apropriados contabilmente. Houve também receita financeira de aplicações de liquidez de R$ 1,2 milhão.
O portfólio é composto exclusivamente por ativos financeiros, com maior concentração em cotas de FIIs, destacando R$ 140,2 milhões em CASAS AAA SP, e em diversos certificados de recebíveis imobiliários de emissores como OPEA Securitizadora, Leverage e Habitasec, sem qualquer imóvel físico.
Não foram registradas aquisições ou vendas de ativos imobiliários no trimestre e não há vacância a reportar, já que o fundo não possui propriedades para locação. A taxa de administração representou despesa de R$ 4,1 milhões.
O resultado contábil do período atingiu R$ 111,8 milhões, influenciado pelas receitas de juros, revertendo o resultado contábil negativo observado no trimestre anterior devido a ajustes de valor justo. A tendência no período foi positiva, com expansão dos rendimentos distribuídos.