O relatório de maio de 2026 do RBRY11 mostra patrimônio líquido de R$ 1.289,2 milhões, superior aos R$ 1.285,5 milhões de abril, com valor de mercado em R$ 1.200,3 milhões e cotação de R$ 94,00. A alocação total caiu para 97,6% do patrimônio líquido, ante 98,6% no mês anterior, com CRIs e operações estruturadas representando 91,8% (contra 92,4%) e fundos imobiliários 5,8% (contra 6,2%). O yield médio dos CRIs manteve-se em 16,5% a.a., equivalente a CDI mais 2,3%, mas o prazo médio reduziu-se para 1,8 anos, de 2,0 anos.
A alavancagem via compromissadas reversas diminuiu para 2,0% do patrimônio líquido, de 3,0% em abril, com saldo de R$ 26 milhões. O resultado distribuível atingiu R$ 1,14 por cota, com distribuição de R$ 1,00 por cota e elevação da reserva acumulada para R$ 0,34 por cota, ante R$ 0,20 no mês anterior. O gestor comunicou que R$ 1,00 por cota seguirá como guidance de distribuição até o fim do ano.
Nas movimentações, foram alocados R$ 8 milhões em CRIs Global Realty, Baroneza e Jardim Europa, MOS Jardins e Pinheiros II, Pulverizado MK CDI, Verticale Série II, Makasi II e Tael Série III, a CDI mais 5,1% em média. Foram zeradas as exposições nos CRI Creditas V (R$ 733 mil) e Creditas II (R$ 6,7 milhões), recebido resgate antecipado do CRI Alphaville (R$ 1,8 milhão) e reduzidas as alocações nos FIIs PCIP11 (R$ 900 mil) e RBRR11 (R$ 4 milhões). O número de CRIs passou de 54 para 51. O gestor indicou que os movimentos integram estratégia de reciclagem do portfólio para redução de alavancagem e melhoria do carrego, com expectativa de intensificação do processo nos próximos meses e zeragem das compromissadas.
O fundo registrou rentabilidade de 2,7% no mês, contra variação negativa de 1,3% do IFIX. O número de cotistas reduziu-se ligeiramente para 75.892, de 76.388 em abril. Não foram incluídos novos ativos na watchlist. A composição por indexador permaneceu majoritariamente atrelada ao CDI (85%), com exposição a IPCA em 15%.