No relatório de junho de 2026 do RBRY11, o patrimônio líquido recuou ligeiramente para R$ 1.286,3 milhões, ou R$ 100,73 por cota, enquanto o valor de mercado caiu para R$ 1.142,9 milhões, ou R$ 89,50 por cota, resultando em P/VP de 0,89 contra 0,93 do mês anterior. O número de cotistas subiu para 77.171.
A alocação total da carteira diminuiu para 95,9% do PL, com 90,8% em CRI e operações estruturadas, cuja rentabilidade média subiu para 17,6% a.a. ou CDI+3,2%, prazo médio de 1,8 anos e spread de 3,2%. A parcela em FIIs recuou para 5,1% e o caixa ficou em 4,1%. O fundo zerou as operações compromissadas, eliminando a alavancagem de 2% registrada em maio.
Entre as movimentações, o RBRY11 aplicou R$ 16,9 milhões no CRI Dall a CDI+4,5%, além de aumentos em outros CRIs como MOS Jardins, Pernambuco My Beach, Pulverizado MK e Bild. Houve redução de R$ 30 milhões na exposição ao CRI XPLG AAA CDI Série II, resgate antecipado de R$ 10 milhões no CRI Lux Vila Nova e cortes de R$ 1,9 milhão em PCIP11 e R$ 6,9 milhões em RBRR11, gerando prejuízo de R$ 0,02 por cota. Essas trocas fizeram parte da estratégia de reciclagem para elevar o carrego da carteira.
A distribuição manteve-se em R$ 1,00 por cota, com resultado distribuível de R$ 1,05 por cota no mês, elevando a reserva acumulada para R$ 0,39 por cota. A performance mensal do RBRY11 foi de -3,7%, contra +2,7% em maio, e o acumulado de 2026 ficou em -2,0%.
O relatório apresentou reclassificação dos segmentos de CRI, separando o Residencial em Financiamento à Construção e Estoque para melhor refletir o perfil de risco. Não houve inclusão de novos ativos na watchlist, e o fundo reforçou o acompanhamento de operações já monitoradas. O volume médio diário negociado caiu para R$ 4,5 milhões.