No relatório de março de 2026 do RBRY11, o patrimônio líquido ficou em R$ 1.274,4 milhões, ou R$ 99,80 por cota, com P/VP de 0,98, comparado a R$ 1.279,2 milhões e R$ 100,18 por cota em fevereiro. O valor de mercado subiu para R$ 1.247,2 milhões, ou R$ 97,67 por cota, ante R$ 1.242,1 milhões e R$ 97,27 por cota no mês anterior.
A alocação total encerrou em 102,0% do PL, com 94,9% em CRI e operações estruturadas a yield nominal de 16,8% a.a. (CDI + 2,7%, prazo médio 2,1 anos), 7,1% em FIIs e caixa de 2,2%, contra 106,4% alocado em fevereiro (99,1% em CRI a 16,2% a.a., CDI + 2,8%, 7,3% em FIIs). A alavancagem via compromissadas caiu para R$ 53 milhões, ou 4,2% do PL, impactando R$ 0,08 por cota no resultado, ante 9,0% no mês passado, seguindo a estratégia de redução anunciada.
O gestor alocou R$ 16,1 milhões em 14 novos CRI a taxa média CDI + 4,3% a.a. e reduziu exposições em R$ 5,7 milhões no CRI Carteira MRV III Série II, R$ 5,7 milhões no CRI Pernambuco, R$ 4,4 milhões no CRI Pernambuco Aurora e R$ 2,3 milhões no CRI Pernambuco My Beach, como parte da reciclagem para baixar alavancagem e elevar o carrego. Não houve adições à watchlist, que segue com Verticale, RKM, Tarjab Altino, Tarjab Carinás, Landsol e Tarjab Lauto.
O resultado distribuível foi R$ 1,12 por cota, com R$ 1,06 distribuídos em 17 de abril e R$ 0,06 para reserva acumulada, impulsionado por prêmio de resgate antecipado do CRI Vila Leopoldina (R$ 0,03 por cota); em fevereiro, foi R$ 0,59 distribuível e R$ 1,09 pagos usando reserva zerada. A performance do RBRY11 foi +1,5% no mês, ante -0,8% em fevereiro, enquanto o IFIX caiu 1,1%.
O número de cotistas subiu para 75.197, de 73.931, mas o volume médio diário negociado caiu para R$ 4,6 milhões, de R$ 6,7 milhões. Na operação estruturada FII Casas AAA (11% do PL), as vendas e obras avançaram em projetos como Dona Elisa (vendas de 25%, de 17%) e Itaverá (obra de 49%, de 55%), com um projeto entregue e outros em fase final.