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RBRY11 Cotação: R$ 75,97 Queda de 6,21%

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RBRY11

FII

FII PATRIA CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO

Cotação: R$ 75,97

Queda de 6,21%

R$ por cota · 03/11/2026 14:12 · B3

DY 12m
17,18%
P/VP
0,76

Relatório gerencial · Setembro de 2026

Referência 30/09/2026 · entregue 21/10/2026 19:29

Em uma linha

Resultado distribuível de R$ 1,06 por cota, ante R$ 1,18 em agosto; distribuição mantida em R$ 1,00 por cota

Resumo

No relatório de setembro de 2026, o RBRY11 reportou um resultado distribuível de R$ 1,06 por cota, valor inferior ao R$ 1,18 por cota registrado em agosto. O fundo manteve o pagamento de R$ 1,00 por cota aos cotistas, em linha com o guidance para o segundo semestre de 2026. A retenção do excedente permitiu que a reserva de lucros acumulada avançasse de R$ 0,65 para R$ 0,71 por cota. As operações de venda de recebíveis no mês geraram um impacto extraordinário positivo de R$ 0,01 por cota no resultado.

A composição patrimonial do fundo apresentou uma elevação relevante na liquidez. O percentual do patrimônio líquido alocado em ativos caiu de 97,2% em agosto para 89,9% em setembro, com a posição em caixa subindo de 2,8% para 10,1%. A carteira de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e operações estruturadas passou a representar 86,7% do patrimônio líquido, ante 93,6% no mês anterior, mantendo perfil indexado majoritariamente ao CDI (84,9%) com retorno médio de CDI mais 4,0% ao ano. A exposição a fundos imobiliários seguiu a trajetória de redução gradual observada ao longo do ano, recuando de 3,5% para 3,2% do patrimônio. O fundo permaneceu sem operações compromissadas, mantendo sua estrutura desalavancada.

Em relação à movimentação de ativos, a gestão realizou a liquidação integral da posição no CRI Brookfield JK CDI, no montante de R$ 525 mil, além de desinvestimentos parciais expressivos no CRI FGR III (redução de R$ 10 milhões), CRI One Perdizes (redução de R$ 7,8 milhões) e CRI Pernambuco My Beach (redução de R$ 1,8 milhão). Nas aquisições, houve aportes adicionais no CRI Pulverizado MK CDI (R$ 2,8 milhões), CRI Makasi II (R$ 2,2 milhões) e CRI Bild (R$ 1,1 milhão). Houve também a entrada na nova operação CRI Premoaço - Série CDI com taxa de CDI mais 3,0% ao ano, na qual foram alocados R$ 16,5 milhões seguidos de uma venda de R$ 12,5 milhões, consolidando uma alocação líquida de R$ 4,0 milhões.

Na lista de monitoramento (watchlist), não houve inclusão de novas operações em setembro. As novidades ficaram por conta das tratativas da gestão para a alienação definitiva das posições do CRI Tarjab Altino e do CRI Tarjab Carinás, com o objetivo de rebalancear o risco da carteira. Em relação ao CRI Verticale, a gestão informou o andamento de um diagnóstico por terceiro independente para apurar custos e prazos de conclusão das obras, a substituição do agente de medição e a busca por garantias adicionais. Na operação estruturada FII Casas AAA, que representa 12,5% do patrimônio, o relatório indicou avanço físico das obras em relação a agosto e reiterou a expectativa de ausência de perdas no capital principal investido.

No mercado secundário, o valor de mercado da cota do RBRY11 passou de R$ 82,20 em agosto para R$ 83,00 em setembro, enquanto a cota patrimonial registrou leve oscilação de R$ 100,43 para R$ 99,63, situando a relação preço sobre valor patrimonial em 0,83x. A liquidez média diária recuou de R$ 4,0 milhões para R$ 3,3 milhões no período, acompanhada de uma pequena retração na base de investidores, que passou de 76,9 mil para 75,9 mil cotistas.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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