No mês de maio de 2026 o RBRX11 registrou patrimônio líquido de R$ 1.428,4 milhões, ou R$ 9,76 por cota, contra R$ 1.439,7 milhões e R$ 9,84 por cota em abril. O valor de mercado fechou em R$ 1.235,2 milhões, ou R$ 8,44 por cota, com P/VP de 0,86x ante 0,89x no mês anterior. A cota no secundário recuou 2,9%, enquanto o retorno patrimonial ajustado foi de mais 0,1%.
A alocação por ativo mostrou leve aumento na participação de FIIs, que passou de 55,6% para 56,9% do PL, e de CRIs, de 37,6% para 38,1%. A exposição em SPE e imóveis permaneceu praticamente estável em 1,1% cada.
O relatório destaca a conclusão da alienação da posição em RBR Malls, com recebimento de cotas de PMLL11. A movimentação seguiu a estratégia já comunicada de redução gradual de ativos de tijolo performados ilíquidos. Além disso, foi realizado investimento de R$ 20 milhões na operação FII City, estruturada a CDI mais 3,50% ao ano mais prêmio de 0,5%, com vencimento em dezembro de 2029. Foram ainda recebidas amortizações de PNDL e da SPE Poincaré que somaram cerca de R$ 7 milhões ao caixa.
O resultado caixa do mês foi de R$ 0,05 por cota, abaixo dos R$ 0,08 por cota de abril. Os CRIs contribuíram com R$ 5,6 milhões e os FIIs com R$ 2,1 milhões. A distribuição manteve-se em R$ 0,09 por cota, com uso de R$ 0,04 por cota da reserva, que caiu para R$ 0,03 por cota ao final de maio, ante R$ 0,07 por cota em abril. O fundo informou ainda a retenção de R$ 0,03 por cota dentro de estruturas de CRIs e FIIs private placement, com expectativa de liberação nos próximos meses.
A média de distribuição dos últimos 12 meses continuou em R$ 0,09 por cota. O número de cotistas subiu de 126.183 para 126.599, e o volume médio diário negociado ficou em R$ 3,1 milhões, similar ao mês anterior.