No relatório gerencial de março 2026 do RBRX11, o IFIX registrou queda de 1,1%, primeira retração desde julho de 2025, impactado por conflito no Oriente Médio que elevou o petróleo acima de US$ 100 e juros futuros de 12,5% para mais de 14%, enquanto em fevereiro o índice subira 1,3%.
O patrimônio líquido do RBRX11 fechou em R$ 1.440,7 milhões, ou R$ 9,84 por cota, ante R$ 1.443,2 milhões e R$ 9,86 em fevereiro, com P/VP estável em 0,87x; o valor de mercado subiu para R$ 1.257,2 milhões, ou R$ 8,59 por cota, de R$ 1.255,7 milhões e R$ 8,58.
A composição da carteira ajustou-se para 55,1% em FII (era 55,3%), 35,8% em CRI (de 38,5%), 1,5% em SPE e 1,1% em imóveis, com 93,45% em ativos alvo versus 96,30% no mês anterior; nos FII, shoppings seguem em 48%, com RBR Malls em 26,8% do PL (era 26,7%).
O gestor reafirma a estratégia de reduzir exposição a tijolo performado, priorizando CRI para maior renda recorrente e operações de desenvolvimento/oportunísticas; menciona novamente a AGE do PMLL11 para aquisição do RBR Malls por troca de cotas, com ganho estimado de R$ 700 mil mensais ou +R$ 0,005 por cota.
Resultado caixa foi R$ 0,07 por cota, com distribuição mantida em R$ 0,09, em linha com o 1S26; reserva acumulada caiu para R$ 0,08 por cota, de R$ 0,11, e projeta extras no 2S26 de Curva J, como conclusão do Kalea Jardins no 3T26, com duas unidades vendidas e mais três em vista.
Performance do RBRX11 foi +1,2% na cota e +0,7% patrimonial, superando o IFIX; ADTV saltou para R$ 12,2 milhões, de R$ 5,1 milhões, e cotistas para 125.117, de 122.017.
Na carteira de CRI, total MTM em R$ 520,5 milhões (36,1% do PL), com redução ante fevereiro; indexadores em 36% IPCA, 61% CDI e 3% IGPM, setores com residencial em 54,8% (era 56,3%); watchlist segue com CRI Tarjab Altino (0,5% + 0,2% do PL), adimplente e monitorado por liquidez restrita da emissora.