O RBRL11 concluiu em fevereiro de 2026 a venda integral de seu portfólio imobiliário logístico ao XPLG11, no valor de R$ 699,2 milhões, com pagamento em parcela em dinheiro e outra em cotas do XPLG11. Após a transação, o fundo passou a ter sua carteira composta por aproximadamente 89% em cotas do XPLG11, 3% em CRI e 9% em caixa, sem alavancagem. No relatório anterior, o patrimônio estava em R$ 678,7 milhões com os ativos imobiliários originais; agora ele está em R$ 655,8 milhões, com o valor das cotas do XPLG11 em carteira refletindo a queda de preço desse ativo no mercado.
A gestora optou por não vender as cotas do XPLG11 no momento, já que o preço de mercado de R$ 96,18 está abaixo do custo ajustado de R$ 102,53 por cota, o que geraria prejuízo. Esse valor ajustado considera o lucro embutido da venda dos imóveis. Em maio, o fundo gerou receita de R$ 0,87 por cota, com resultado de R$ 0,64 por cota, e distribuiu R$ 0,60 por cota, valor que a gestora espera manter nos próximos meses em linha com a receita recorrente dos rendimentos do XPLG11 mais o rebate da taxa de gestão.
A fonte de receita recorrente mudou para os rendimentos do XPLG11 e o rebate da taxa de gestão após a alienação dos imóveis. O número de cotistas subiu para 16,9 mil no mês, e a liquidez média diária foi de R$ 0,6 milhão. O RBRL11 registrou variação de -1,7% em maio, enquanto o IFIX caiu 1,3%.