No relatório de março/2026 do RBHG11, a distribuição de rendimentos foi de R$ 0,85 por cota, ante R$ 0,83 em fevereiro/2026, com dividend yield anualizado de 14,58% na cota de mercado (R$ 69,94) e 11,77% na cota patrimonial (R$ 86,64). A reserva de lucros caiu para R$ 0,09 por cota, de R$ 0,28 no mês anterior. O patrimônio líquido ficou em R$ 187,84 milhões, praticamente estável em relação aos R$ 187,85 milhões de fevereiro.
A gestão reportou nova aquisição de R$ 7,5 milhões no CRI Mago, com vencimento em março/2031, duration de 2,4 anos e taxa IPCA + 12,5% a.a., que agora representa 4,0% do PL. No acompanhamento da carteira, as negociações no New Village seguem evoluindo com recuperação de créditos, enquanto a venda do Pesa não se concretizou e a busca por novo comprador continua.
O spread médio da carteira subiu para IPCA + 9,9% em março/2026, de IPCA + 9,7% em fevereiro, continuando a tendência de alta observada desde outubro/2025 (de +8,7%). A alocação em IPCA+ aumentou para 80,5% do PL (76,6% anterior), enquanto CDI+ caiu para 14,6% (17,4% anterior), com 95,9% em CRIs (94,6% antes) e 3,3% em FIIs. O LTV médio passou para 47,76%, de 46,9%, e a duration da carteira para 2,6 anos, de 2,7 anos.
Na composição por risco, high yield subiu para 34,4% dos CRIs (29,2% anterior), middle risk caiu para 38,4% (41,4%) e high grade para 23,1% (24,2%). A concentração segue liderada por Planta Inc. I em 8,7% do PL (8,8% antes), com top 10 ativos acima de 4% cada. O número de cotistas foi para 7.642, de 7.768, e o volume negociado no mês atingiu R$ 6,47 milhões, ante R$ 4,48 milhões em fevereiro.
O guidance para o 1º semestre de 2026 mantém a banda de R$ 0,70 a R$ 0,90 por cota, com março dentro do intervalo. Nos últimos 12 meses, o fundo rendeu CDI + 2,6% na cota de mercado (CDI + 2,7% até fevereiro).