No relatório de fevereiro 2026 do PVBI11, a receita total foi de R$ 0,56 por cota, com resultado de R$ 0,47 por cota, impactado por multa não recorrente de rescisão da Cascione de R$ 0,02 por cota, e distribuição mantida em R$ 0,45 por cota, paga em 6 de março. Comparado a janeiro, quando a receita foi R$ 0,51 por cota e resultado R$ 0,40 por cota com mesma distribuição, o gestor sinaliza ajuste para cerca de R$ 0,40 por cota até o fim do semestre devido a pressões de saídas como Banco ABC e UBS parcial.
Nas movimentações de locatários, na competência de janeiro houve entradas no Union FL de Paralaxe, Veritas, Zagros e Lakeshore, reduzindo a vacância física para 16,5% e financeira para 17,3%, ante 17,3% física e 17,7% financeira em janeiro. Nova locação no VOC para Mombak em 378 m² com entrada em março, e UBS notificou não renovação de 1.531 m² (28% da área atual) no FL4440 em junho, renovando os 3.867 m² restantes. Projeção de vacância subiu para 25,5% em julho, de 24,1% anteriormente estimado.
A carteira mantém 7 edifícios em SP com 83.263 m² de ABL, 52 locatários e WALE de 4,7 anos. Vacância por ativo variou, com Union FL em 47,2% (era 59,7% em janeiro). Realizados reajustes em 6.425 m², ante 13.330 m² no mês anterior. Alavancagem segue zero. Número de cotistas cresceu para 178,2 mil, de 171,6 mil em janeiro, e ADTV subiu para R$ 7,6 milhões, de R$ 4,4 milhões.
Performance do PVBI11 foi de -5,5% no mês e -3,3% em 2026 até fevereiro, ante +2,4% em janeiro. P/VP em 0,73x, de 0,77x, com cota de mercado em R$ 78,46 e patrimonial em R$ 107,84. DY de mercado em 6,9% e patrimonial em 5,0%. Estratégia comercial avança com minutas de 1.300 m² no VOC e negociações no Union, além de comercialização no CJ pós-ABC e intervenções no FL4440.