No relatório de junho de 2026 do PVBI11, a gestora informa a reavaliação dos sete imóveis realizada pela Cushman & Wakefield em junho, conforme exigência da ICVM 516, que gerou desvalorização total de 3,25% em relação aos valores de maio, com redução de 2,47% no patrimônio líquido, que passou de R$ 2,9 bilhões para R$ 2,8 bilhões. A cota patrimonial caiu de R$ 107,74 para R$ 104,53, enquanto a cota de mercado passou de R$ 74,10 para R$ 73,20, mantendo o P/VP em torno de 0,70x.
A receita total permaneceu em R$ 0,52 por cota, mas o resultado distribuível subiu para R$ 0,41 por cota, contra R$ 0,36 em maio, sem impactos não recorrentes relevantes. O rendimento distribuído foi mantido em R$ 0,40 por cota, com expectativa de redução para R$ 0,37 por cota no próximo semestre. A reserva acumulada aumentou ligeiramente de R$ 0,19 para R$ 0,20 por cota.
A vacância física do portfólio subiu de 17,1% em maio para 19,0% em junho, e a financeira de 18,9% para 25,5%, após ajuste de metodologia que passa a incluir carências de locatários. Em contrapartida, foi concluída locação de mais de 4 mil m² com a EQI no FL4440, reduzindo a vacância projetada desse ativo de 40,4% para 29,1%. A projeção de vacância física do fundo a partir de julho foi revisada de 24,9% para 21,8%.
O número de locatários se manteve em 54 e o WALE em 4,6 anos. O volume médio diário de negociação caiu de R$ 4,1 milhões para R$ 3,8 milhões, e o número de cotistas reduziu de 183,8 mil para 182,9 mil. O fundo permaneceu sem alavancagem ou endividamento em ambos os meses.
No desempenho mensal, o PVBI11 recuou 0,7% em junho, melhor que a queda de 2,0% registrada em maio, enquanto o IFIX variou -1,2% contra -1,3% no mês anterior. A distribuição geográfica permanece 100% na região metropolitana de São Paulo.