PSEC11

PATRIA SECURITIES FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

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Cancelado

Referência

30/09/2026

Entrega

30/09/2026 19:19

Resumo

A administradora, a pedido da gestora Pátria, submeteu aos cotistas, com prazo para votação até 21 de outubro de 2026, a proposta de dissolução e liquidação do PSEC11, que envolve potencial conflito de interesses. Se aprovada, toda a carteira do fundo seria alienada ao RBRX pelo valor patrimonial registrado no momento da venda. Após o pagamento das despesas, os cotistas poderiam receber cotas do RBRX, dinheiro ou uma combinação dos dois.

Segundo o material da gestora, PSEC11 e RBRX tinham patrimônio líquido de cerca de R$ 1,3 bilhão cada em 31 de agosto de 2026, formando um fundo combinado estimado em R$ 2,6 bilhões. A gestora aponta como possíveis efeitos maior liquidez, com volume médio diário acima de R$ 4 milhões, potencial ganho de 6% pela diferença entre os descontos das cotas e redução da taxa global para cerca de 1% ao ano, sujeita às aprovações necessárias. Como exemplo baseado nos valores de 31 de agosto, o material indica 759 cotas do RBRX para cada 100 cotas do PSEC11; a simulação, que considera o reinvestimento da parcela paga em dinheiro, estima aumento de 8,2% no valor de mercado da posição e de 9,3% na renda dos últimos 12 meses. Esses números são ilustrativos e não representam resultados garantidos.

Se a proposta for aprovada, o cronograma indicativo prevê uma oferta de cotas do RBRX, a transferência dos ativos e, em seguida, a amortização e liquidação do PSEC11; a entrada dos cotistas no RBRX estava prevista para novembro de 2026. A administradora poderá reter imposto de renda na liquidação. Para calcular eventual retenção, os cotistas deverão informar o custo de aquisição das cotas e sua situação fiscal; caso o custo não seja informado, será usado como referência o menor valor histórico de negociação do fundo na B3.