O informe anual de PSEC11, referente ao exercício encerrado em 30/06/2026, classifica o fundo como de papel, híbrido e com gestão ativa. No período, foram adquiridos diversos CRIs com recursos próprios e de emissões de cotas; a carteira também inclui participações em outros FIIs. O lucro contábil informado foi de R$ 80,1 milhões.
A avaliação dos ativos considera as cotas de FIIs a preços de mercado e os CRIs pela curva dos títulos. A tabela apresenta variações positivas e negativas relevantes entre diferentes posições. O fundo tinha 18,4 milhões de cotas e 83.271 cotistas, dos quais pessoas físicas detinham 74,18% das cotas. A remuneração paga no ano foi de R$ 9,29 milhões, equivalente a 0,70% do patrimônio contábil e 0,89% do patrimônio a valor de mercado.
A administradora descreve o período como desafiador, marcado por inflação persistente, juros elevados no exterior e preocupações fiscais no Brasil, fatores que pressionaram os juros e os preços dos fundos imobiliários. Para o período seguinte, aponta expectativa de afrouxamento monetário nos Estados Unidos e no Brasil, com projeção de Selic a 12,25% ao final de 2026, segundo o Focus. Ressalta, porém, incertezas fiscais e políticas, juros longos pressionados e possíveis efeitos de mudanças na tributação dos rendimentos de FIIs para pessoas físicas.