PORD11

POLO CRÉDITO IMOBILIÁRIO - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

27/02/2026

Entrega

20/03/2026 18:44

Resumo

No relatório de fevereiro/2026 do PORD11, o valor de mercado do fundo subiu para R$ 315 milhões ante R$ 306,1 milhões em janeiro, com patrimônio líquido em R$ 356,6 milhões contra R$ 356,1 milhões. A cota de mercado avançou de R$ 8,21 para R$ 8,45, elevando o P/VP de 0,86x para 0,88x, enquanto a duration aumentou de 3,05 para 3,31 anos.

A distribuição foi de R$ 0,10 por cota em fevereiro, igual a janeiro, com total de 12 meses em R$ 1,159 ante R$ 1,149. O dividend yield de 12 meses caiu de 14,00% para 13,72% sobre cota de mercado, e a inflação acumulada não distribuída subiu de R$ 0,075 para R$ 0,079 por cota.

Na gestão, o fundo continuou aquisições no secundário e aumentou a exposição ao CRI Patrimar para 1,15% do PL a CDI + 2,9%, ante 0,72% em janeiro. Em março, planeja liquidar novo CRI de cerca de 1,7% do portfólio a CDI + 6%, com juros mensais, prazo de 72 meses e garantias como alienação fiduciária de imóveis (LTV <100%), cessão de recebíveis (>200%) e fundo de reserva. O CRI Novo Mundo amortizou 1,26% em fevereiro e mais 1,34% em março, reduzindo para 0,90% do PL ante 0,92% em janeiro.

Na carteira, o caixa cresceu para 23% ante 21%, FII Moema ficou em 9,18% contra 9,19%, e entraram CRI São Carlos (2,0%, IPCA) e CRI Allegra II (1,9%, CDI+ subordinada), após amortização total do Allegra anterior em janeiro. A indexação de CRIs ajustou para 45% CDI (era 49%) e 50% IPCA (era 47%), com spreads MTM de CDI + 3,95% (ante 4,21%) e IPCA + 9,69% (ante 9,81%).

O resultado total de fevereiro foi R$ 3,73 milhões ante R$ 3,09 milhões em janeiro, com rendimento por cota estável em R$ 0,10; acumulado 2026 em 2,29% contra 1,18%. Número de cotistas caiu para 46.597 ante 46.625.

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