No relatório de maio de 2026 do PORD11, o valor de mercado do fundo recuou para R$311,3 milhões em comparação com R$316,9 milhões de abril, enquanto o patrimônio líquido permaneceu praticamente estável em R$355,9 milhões. A cota no mercado caiu para R$8,35 de R$8,50 no mês anterior, com a cota patrimonial subindo levemente para R$9,55 de R$9,54, resultando em P/VP de 0,87x contra 0,89x. A duration reduziu-se para 3,33 de 3,36.
A distribuição de dividendos se manteve em R$0,098 por cota, mas o dividend yield em 12 meses sobre a cota de mercado subiu para 14,13% de 13,82%. O fundo informa que possui R$0,024 por cota de inflação acumulada ainda não distribuída, valor menor que os R$0,048 reportados em abril. O rendimento por cota nos últimos 12 meses totalizou R$1,18, acima dos R$1,175 do mês anterior.
Na gestão, o fundo alocou aproximadamente 2% do patrimônio em incremento de posições existentes e novas exposições ao longo de maio e junho. Houve liquidação parcial do CRI Marca Brasil, com R$4,5 milhões já liquidados e R$2 milhões adicionais previstos, deixando exposição residual de 1,83% do PL. O caixa segue acima do patamar desejado, situação que a gestão considera vantajosa no momento atual. Dois term sheets assinados em operações de estruturação própria consumiriam cerca de 8% do PL, com outras em análise.
O número de cotistas diminuiu para 44.919 de 45.612 em abril. O desempenho acumulado em 2026 chegou a 5,38%, acima dos 4,27% reportados no relatório anterior. A composição da carteira manteve-se similar, com CRI corporativos em torno de 68% e pulverizados em 32%, indexação predominantemente em IPCA e CDI, e presença de FIIs em cerca de 9,3% do PL.