No relatório de junho de 2026 do PORD11, o valor de mercado do fundo alcançou R$ 315,0 milhões, acima dos R$ 311,3 milhões do mês anterior, enquanto o patrimônio líquido recuou de R$ 355,9 milhões para R$ 355,2 milhões. A cota de mercado subiu para R$ 8,45, de R$ 8,35, e a cota patrimonial caiu para R$ 9,53, de R$ 9,55, elevando o P/VP para 0,89x, contra 0,87x registrado em maio. A duration aumentou de 3,33 para 3,39 anos.
A distribuição de dividendos permaneceu em R$ 0,098 por cota, com o yield de 12 meses na cota de mercado em 14,00%, ligeiramente abaixo dos 14,13% do período anterior. O fundo registrou R$ 0,026 por cota de inflação acumulada ainda não distribuída, contra R$ 0,024 no relatório anterior.
O gestor informou que, entre junho e julho, realizou compras no mercado secundário para reforçar posições em emissores já presentes na carteira, com liquidação de cerca de 4% do PL nessas operações. Duas estruturas proprietárias com novos emissores encontram-se em estágio avançado e devem ser concluídas em agosto, consumindo juntas aproximadamente 8% do PL. O pipeline de novas operações permanece aquecido, com critério de seleção mantido rigoroso.
O caixa do fundo passou de 27% para 23% do PL entre os dois relatórios. A indexação da carteira de CRI mostrou pequena alteração, com CDI em 43% e IPCA em 52%, contra 44% e 52% em maio. O resultado acumulado de 2026 atingiu 6,23%, superior aos 5,38% reportados no fechamento de maio.
Entre os ativos, ocorreu a saída da posição em CRI Marca Brasil, liquidada por cerca de 1,83% do PL, enquanto nova exposição ao CRI Chaincorp foi incluída em 0,6% do PL. As demais posições mantiveram composição similar, com variações marginais nos percentuais de PL.