No relatório de julho de 2026 do PORD11, o valor de mercado do fundo caiu para R$ 312,4 milhões, contra R$ 315,0 milhões no mês anterior, enquanto o patrimônio líquido subiu ligeiramente para R$ 355,5 milhões. A cota de mercado fechou em R$ 8,38, resultando em P/VP de 0,88x, abaixo dos 0,89x de junho. O duration recuou para 3,23, de 3,39.
A distribuição de dividendos permaneceu em R$ 0,098 por cota, mas o acumulado dos últimos 12 meses subiu para R$ 1,189, elevando o dividend yield anual para 14,19% sobre a cota de mercado. O fundo registrou R$ 0,029 por cota de inflação acumulada ainda não distribuída, acima dos R$ 0,026 do mês anterior. O número de cotistas aumentou para 46.513.
Na gestão, foram alocados R$ 8,6 milhões, equivalentes a 2,45% do PL, em compras oportunísticas no mercado secundário de emissores já conhecidos. O pipeline proprietário avançou para três operações em estruturação que somam 10,4% do PL, com uma liquidação prevista ainda em julho e as demais em setembro, além de dois term sheets em análise representando cerca de 6% do PL.
A composição da carteira mostrou caixa em 22% do PL, abaixo dos 23% de junho, com a fatia de CRI corporativo sênior subindo para 13%. O FII Moema representa agora 9,31% do PL. A indexação ficou em 44% CDI e 52% IPCA, com spreads médios de CDI + 4,29% e IPCA + 11,05%.
O fundo entregou rentabilidade de 1,11% em julho, acima do benchmark de 0,76%, elevando o acumulado de 2026 para 7,41%. O gestor observa que o mercado de oferta de novas operações começa a apresentar condições mais adequadas ao risco, após período de spreads comprimidos.