No relatório de fevereiro de 2026 do PLCA11, o resultado contábil foi de R$ 0,87 por cota, menor que os R$ 1,19 de janeiro, impactado pelo menor número de dias úteis no mês. A distribuição aos cotistas permaneceu em R$ 1,05 por cota pelo segundo mês consecutivo, consumindo R$ 0,18 da reserva de dividendos, que encerrou em R$ 1,17 por cota após o pico de R$ 1,35 em janeiro.
O fundo realizou nova alocação em CRA corporativo da Granja Econômica, lastreado em CPR-Fs de produção de ovos e pintinhos, com valor próximo a R$ 4 milhões a CDI+4,0% ao ano e garantias robustas, elevando o número de operações para 31 e a parcela investida para 84,2% do patrimônio líquido, ante 73% em 30 operações em janeiro.
A posição de caixa caiu para 15,77% (R$ 8,57 milhões), de 22,76% (R$ 12,39 milhões) no mês anterior. O carrego bruto ex-caixa subiu para CDI+3,1% ao ano, de CDI+3,0% em janeiro, enquanto com caixa avançou para CDI+2,2%, de CDI+1,7%.
A cota de mercado fechou em R$ 82,39, ligeiramente acima dos R$ 82,29 de janeiro, e a patrimonial em R$ 96,50, de R$ 96,67, mantendo P/VP em 0,85x. Nos últimos 12 meses, a cota patrimonial recuperou de R$ 71,31 em julho de 2025, e os dividendos se estabilizaram em R$ 1,05 nos dois últimos meses, com yield de 1,28% mensal sobre cota de mercado (16,4% anualizado).
Na diversificação, Granja Econômica entrou com 7,55% do PL, Sorocaba Refrescos subiu para 19% nos gráficos setoriais, e caixa para 2%. O Fiagro Cotribá (2,33% do PL) segue em reestruturação de garantias, mas adimplente e sem exposição direta à dívida da cooperativa. O gestor menciona 3 operações em análise e expectativa de caixa abaixo de 10% em março.