No relatório de abril de 2026 do PLCA11, o resultado contábil foi de R$ 1,70 por cota, superior aos R$ 1,14 por cota de março, impulsionado pela performance das alocações e ajuste na marcação de um ativo. A distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 1,05 por cota, com R$ 0,65 por cota direcionados à reserva, que subiu para R$ 1,91 por cota, contra R$ 1,26 por cota no mês anterior.
Não houve novas operações incorporadas ao portfólio em abril, diferentemente de março, quando houve ampliação no CRA Copobrás para R$ 5,5 milhões. Ocorreram amortizações parciais e a liquidação total do CRA Carvalho Dias, que representava 0,4% do portfólio ao fim de abril, após ser 0,44% em março. O fundo encerrou com 88% investido em 29 operações de crédito agro, ante 90% em cerca de 30 operações em março.
A posição de caixa subiu para 12% (R$ 6,575 milhões), contra 9,5% (R$ 5,179 milhões) em março, refletindo os recursos das amortizações. O carrego médio ex-caixa ficou em CDI + 3,3% ao ano, estável ante CDI + 3,2% de março, mas o consolidado com caixa recuou para CDI + 2,5%, de CDI + 2,8%.
A cota de mercado fechou em R$ 79,87, ante R$ 80,01 em março, enquanto a cota patrimonial avançou para R$ 97,23, de R$ 96,58, resultando em P/VP de 0,82x, contra 0,83x. O dividend yield anualizado foi de 16,9% sobre cota de mercado e 13,9% sobre patrimonial.
O gestor destaca a manutenção da reserva para previsibilidade em ciclos de mercado e processos de diligência para novas alocações no próximo mês, com foco em reciclagem da carteira. O Fiagro Cotribá segue adimplente, com negociações para reforços em andamento e exposição limitada a recebíveis. No DRE, a receita bruta foi de R$ 1,049 milhão, contra R$ 708 mil em março, com lucro líquido de R$ 948 mil e 61,7% distribuído, ante 92,4%.