No relatório de julho de 2026 do PLCA11, a cota patrimonial avançou de R$ 96,58 em junho para R$ 96,81, enquanto a cota de mercado recuou de R$ 74,60 para R$ 73,79, ajustando o P/VP de 0,77x para 0,76x. O resultado contábil subiu para R$ 1,28 por cota, acima dos R$ 1,09 registrados no mês anterior. A distribuição de rendimentos permaneceu estável em R$ 1,05 por cota, com o excedente elevando a reserva de dividendos de R$ 1,26 para R$ 1,49 por cota.
O fundo realizou uma nova operação de securitização no segmento Financeiro Agro, com remuneração de CDI + 3,10% ao ano, aumentando o total de operações para 31, contra 30 em junho. A alocação em crédito subiu para 92% do patrimônio líquido, com o carrego da carteira mantido em CDI + 2,8% ao ano incluindo caixa e CDI + 3,3% sem caixa, nível similar ao mês anterior. A posição de caixa caiu de 9% para 8%.
O gestor informou que o portfólio apresenta maior participação de operações estruturadas originadas internamente, com redução gradual da exposição a ativos secundários. A operação do Fiagro Cotribá seguiu com amortização de cerca de 10% no mês anterior, mantendo o pagamento integral das obrigações. Os dados setoriais de commodities não apresentaram alterações relevantes em relação ao relatório de junho.