No relatório de julho de 2026 do PLAG11, a gestora destacou a manutenção da distribuição de rendimentos em R$ 0,65 por cota, com receita total de R$ 0,38 por cota e resultado de R$ 0,32 por cota. Essa distribuição reflete o impacto da venda de quatro imóveis no Paraná, concluída em janeiro de 2026, que gerou ganho de cerca de 51% sobre o valor de aquisição original de R$ 90 milhões, com venda por R$ 136 milhões. A expectativa comunicada é elevar o guidance de rendimento para R$ 0,68 por cota no segundo semestre, a partir do pagamento previsto para fim de agosto.
O portfólio permanece com 100% de ocupação e WALE de 9,0 anos, agora integralmente locado para a MBRF após a eliminação da exposição à Belagrícola. Reajustes contratuais pela inflação foram aplicados em três contratos, representando 57% das receitas imobiliárias. O patrimônio líquido recuou de R$ 365,4 milhões em junho para R$ 363,8 milhões em julho, com a cota patrimonial passando de R$ 67,01 para R$ 66,73 e P/VP subindo de 0,94x para 0,95x.
As obras de melhorias em Uberlândia, Jataí e Nova Ponte avançaram para 84,1% do escopo contratado, acima dos 81,6% registrados no mês anterior, com fase 1 concluída em todas as unidades e fase 2 prevista para retomada em setembro. O número de cotistas continuou em queda, de 13,6 mil em junho para 13,4 mil em julho. Na performance, o PLAG11 registrou alta de 1,5% no mês, superior aos 1,1% de junho, enquanto o IFIX caiu 0,3% contra 1,2% no período anterior.