No relatório de janeiro de 2026 do PCIP11, o patrimônio líquido alcançou R$ 1.580,6 milhões, com cota de R$ 92,92 e P/VP de 0,95x, ante R$ 1.576,2 milhões, R$ 92,65/cota e 0,91x em dezembro de 2025. O valor de mercado subiu para R$ 1.509,1 milhões, com cota de R$ 88,71, comparado a R$ 1.439,9 milhões e R$ 84,64/cota no mês anterior.
A performance do PCIP11 foi de +5,9% no mês, superior aos +3,0% de dezembro e ao IFIX de +2,3%. O rendimento distribuído foi de R$ 0,83/cota, com resultado distribuível de R$ 0,86/cota, e reserva acumulada elevada para R$ 0,37/cota, ante R$ 0,33/cota. A média de 12 meses das distribuições ficou em R$ 0,97/cota.
A alocação total encerrou em 95,5% do PL, com 87,7% em CRI e operações estruturadas a rentabilidade média de 16,1% a.a. (IPCA + 10,7% a.a.), prazo médio de 3,5 anos e spread de 2,8% a.a., 7,8% em FII e 4,5% em caixa, contra 96,3% alocado em dezembro (88,4% em CRI/operações a 16,0% a.a., IPCA + 10,3%, 8,0% em FII e 3,7% em caixa). A carteira tem agora 107 CRI e 4 operações estruturadas, ante 109 CRI.
Entre movimentações, o gestor zerou a posição no CRI São Benedito (R$ 3,4 milhões) e CRI Allos (R$ 1,8 milhão), e aumentou em R$ 11 milhões o CRI Mateus TRX, R$ 0,8 milhão no CRI Edificatto A e R$ 0,7 milhão no CRI Edificatto B, mantendo foco na reciclagem ativa. A composição setorial ajustou varejo para 21% (ante 20%), logística para 11% (ante 17%), com LTV médio ponderado em 52% (vs 58%). Exposição geográfica segue concentrada em SP (44%).
A alocação em FII caiu ligeiramente para 7,8% do PL, com 8 fundos, liderados por MVBI em 3,1%. Sem novos CRI na watchlist, com atualizações inalteradas para Cortel (em reestruturação, com reforço de garantias e monitoramento intensivo a partir de janeiro) e Invert (dificuldades de liquidez persistentes). Número de cotistas recuou para 113.201 (vs 118.489), e volume médio diário subiu para R$ 4,3 milhões (vs R$ 3,5 milhões).
Em assembleias, o gestor aprovou deliberações para CRI New Sun, Cortel, Shopping São Gonçalo, Cortel II e Visconde Icaraí. O cenário setorial destaca IFIX em +2,3%, com CRIS a +2,7%, e visão de otimismo com desinflação e cortes de Selic precificados para março ou segundo trimestre de 2026.